ATS: o sistema que está transformando os processos de recrutamento e seleção

Se você já passou por um processo seletivo com alto volume de candidatos, sabe o quanto a triagem manual pode ser exaustiva e sujeita a erros. É aí que entra o ATS, uma ferramenta que está mudando a forma como as empresas contratam. Neste artigo, você vai entender o que é um ATS, como ele funciona na prática e como escolher a plataforma ideal para o seu negócio. O que é ATS? ATS é a sigla para Applicant Tracking System, ou sistema de rastreamento de candidatos, em português. Trata-se de um software que centraliza e automatiza as etapas do processo seletivo, desde a divulgação da vaga até a contratação do profissional escolhido.Em vez de gerenciar currículos em planilhas, pastas de e-mail ou anotações avulsas, o RH passa a contar com uma plataforma integrada que organiza todas as informações dos candidatos em um único lugar. Isso torna o fluxo de trabalho muito mais eficiente e reduz o risco de perder um bom perfil no meio do caminho. Como funciona um ATS na prática? O funcionamento de um ATS é inteligente e focado em eficiência. Vale destacar que o fluxo exato e os recursos disponíveis podem variar conforme a plataforma escolhida, mas, de forma geral, o software atua em etapas integradas: Qual é o objetivo de um ATS? O principal objetivo de um ATS é tornar o processo seletivo mais ágil, organizado e estratégico. Mas indo além do ganho operacional, a ferramenta também contribui para uma contratação mais assertiva. Com a triagem automatizada, o time de RH consegue focar no que realmente importa: analisar os candidatos mais qualificados, conduzir entrevistas com mais qualidade e tomar decisões com base em dados, e não apenas em impressões subjetivas. Quais são os benefícios de usar um ATS? Implementar essa tecnologia traz vantagens competitivas reais para o negócio. Confira os principais benefícios: Em um mercado cada vez mais competitivo, contar com um ATS pode representar uma vantagem importante na atração e retenção de talentos. Como escolher a plataforma ATS ideal? Com tantas opções no mercado, escolher o sistema certo pode parecer complicado. Alguns pontos ajudam a filtrar as alternativas e encontrar a solução que faz sentido para o seu contexto: Tamanho e volume de contratações Empresas com poucos processos seletivos por ano têm necessidades diferentes de empresas que contratam dezenas de pessoas mensalmente. Avalie se a plataforma é dimensionada para o seu volume. Facilidade de uso Um sistema difícil de operar acaba sendo abandonado ou subutilizado. Prefira plataformas com interface intuitiva e que ofereçam suporte e treinamento. Personalização do processo seletivo Cada empresa tem um fluxo de seleção diferente. Escolha um sistema que permita adaptar as etapas, os critérios de avaliação e os formulários conforme a sua realidade. Custo-benefício Compare os planos disponíveis e analise o que cada um inclui. Alguns sistemas cobram por vaga publicada, outros por usuário ou por funcionalidades acessadas. Entender o modelo de precificação evita surpresas. Como aplicar um ATS na empresa? Implementar um ATS não precisa ser um processo complicado. O caminho mais seguro é começar com um planejamento claro. Veja algumas etapas: Mapeie o processo seletivo atual Antes de implementar um ATS, avalie como o recrutamento acontece atualmente na empresa. Identificar etapas que geram atrasos, retrabalho ou dificuldades na gestão de candidatos ajuda a entender quais necessidades o sistema deve atender e garante uma implementação mais eficiente. Defina os critérios de triagem O ATS só filtra bem quando os critérios estão bem definidos. Determine quais competências, experiências e formações são essenciais para cada tipo de vaga que a empresa costuma abrir. Escolha a plataforma adequada A escolha do ATS deve considerar o porte da empresa, o volume de contratações e as necessidades do RH. Além de oferecer os recursos necessários para o processo seletivo, a plataforma deve ser fácil de utilizar, permitir integrações com outras ferramentas e acompanhar o crescimento da organização. Treine a equipe de RH A tecnologia só funciona se as pessoas souberem usá-la. Invista em treinamentos práticos para que os recrutadores dominem os filtros de busca avançados, a inteligência do sistema e a interpretação dos dados gerados. Mais do que entender as ferramentas básicas, a equipe precisa aprender a extrair o potencial máximo do ATS para otimizar a triagem de candidatos e garantir que nenhuma boa vaga fique travada por falha operacional. Faça um período de testes Antes de usar o sistema em um processo seletivo real e crítico, teste com uma vaga de menor complexidade. Isso permite identificar ajustes necessários sem pressão. Esse período de adaptação é valioso para ajustar configurações, corrigir pequenas falhas e garantir que, quando o ATS for usado em processos mais estratégicos, ele já esteja rodando de forma confiável. Monitore os resultados Após a implementação, acompanhe os indicadores do sistema. Tempo de contratação, qualidade dos candidatos triados e feedback dos recrutadores são ótimos pontos de partida para avaliar se o ATS está entregando o que promete. Recrute melhor e retenha por mais tempo Um ATS ajuda a encontrar os candidatos certos. Já uma política de benefícios eficiente ajuda a fazer com que eles permaneçam na empresa. Com a Benê, você oferece benefícios flexíveis que valorizam diferentes perfis de colaboradores e fortalecem sua marca empregadora. Tudo isso com: Aumente a retenção na sua empresa, fale com um especialista Benê.
O que é CPT? Saiba como a Cobertura Parcial Temporária afeta seu plano de saúde

Ao contratar um plano de saúde, é comum surgir dúvidas sobre a cobertura de doenças ou lesões que já existiam antes da adesão. Nesses casos, um dos termos mais importantes que o beneficiário precisa conhecer é a CPT (Cobertura Parcial Temporária). Neste artigo, você vai entender o que é CPT, como ela funciona, quando pode ser aplicada, quais procedimentos podem ser suspensos temporariamente, a diferença entre CPT e carência e se vale a pena contratar um plano de saúde mesmo com essa limitação. O que é CPT no plano de saúde? A CPT (Cobertura Parcial Temporária) é uma restrição temporária aplicada pelo plano de saúde para determinados procedimentos relacionados a uma doença ou lesão preexistente declarada pelo beneficiário no momento da contratação. Na prática, isso significa que o plano continua ativo e oferecendo cobertura normalmente, mas determinados procedimentos ligados exclusivamente à condição preexistente ficam suspensos por um período determinado. Quando a CPT pode ser aplicada pelo plano de saúde? A aplicação da CPT ocorre especificamente quando o beneficiário preenche a Declaração de Saúde e aponta uma condição preexistente. De forma clara, esses problemas dividem-se em dois grupos pela ANS: A operadora não é obrigada a oferecer cobertura total imediata para a patologia declarada, mas ela é obrigada a oferecer a CPT como opção para viabilizar a entrada do cliente no plano, ou oferecer o Agravo (um acréscimo na mensalidade) como alternativa de cobertura total. Qual é o tempo máximo da CPT? O prazo máximo da Cobertura Parcial Temporária é de 24 meses corridos, contados a partir da data de contratação ou adesão ao plano. Após esse período, a cobertura para os procedimentos relacionados à condição preexistente passa a ser integral, sem restrições. Esse prazo é definido pela ANS e não pode ser estendido pela operadora. O que é Agravo no plano de saúde? O Agravo é uma alternativa legal e regulamentada oferecida pela operadora de saúde para substituir a aplicação da CPT. Caso a operadora disponibilize essa opção e o consumidor a aceite, haverá um acréscimo temporário na mensalidade do plano de saúde. Em termos simples, em vez de esperar 24 meses para poder utilizar procedimentos de alto custo relacionados a uma doença ou lesão conhecida, o consumidor pode pagar um valor adicional mensalmente para ter a cobertura liberada sem a restrição de tempo da CPT. É uma excelente alternativa para quem tem urgência em realizar alguma cirurgia ou tratamento complexo já mapeado. Qual a diferença entre CPT e carência? Embora muitas pessoas confundam os dois conceitos, CPT e carência não são a mesma coisa. A carência é um período de espera que se aplica a todos os beneficiários após a contratação do plano de saúde, limitando temporariamente o acesso a determinados serviços, como consultas, exames, internações e partos, conforme os prazos previstos em contrato e na legislação. Já a CPT (Cobertura Parcial Temporária) é uma restrição específica para quem possui uma doença ou lesão preexistente declarada no momento da contratação. Nesse caso, por até 24 meses, o plano pode suspender apenas a cobertura de procedimentos de alta complexidade, cirurgias e internações em UTI relacionados exclusivamente à condição preexistente, sem afetar as demais coberturas do plano. Existe exceção à CPT? Quando um plano coletivo empresarial conta com 30 ou mais beneficiários, a operadora é obrigada a garantir cobertura para doenças e lesões preexistentes sem CPT e sem agravo, desde que o beneficiário entre no plano em até 30 dias da celebração do contrato coletivo ou da vinculação ao empregador. Vale a pena contratar um plano de saúde mesmo com CPT? Contratar um plano de saúde mesmo com CPT costuma ser uma decisão vantajosa para quem busca acesso à assistência médica e mais segurança financeira diante de imprevistos de saúde. Isso porque a restrição não afeta todas as coberturas do plano, mas apenas determinados procedimentos relacionados à doença ou lesão preexistente declarada. A existência da CPT não significa ausência de cobertura, mas sim uma limitação específica e com prazo determinado. Por isso, em muitos casos, é mais interessante contratar o plano imediatamente do que permanecer sem cobertura. Além disso, algumas operadoras podem oferecer o Agravo como alternativa, permitindo acesso mais rápido à cobertura integral da condição preexistente mediante um acréscimo temporário na mensalidade. Contrate um plano de saúde com segurança e transparência Entender regras como CPT, carência e agravo é fundamental para fazer uma escolha consciente. Com a Benê, sua empresa conta com atendimento humanizado e apoio especializado para encontrar o plano de saúde ideal para o perfil da sua equipe. Receba uma cotação online, fale com um especialista Benê.
Workflow na prática: como organizar tarefas e melhorar resultados

A organização das atividades é um dos principais desafios das empresas que buscam mais produtividade e eficiência. Quando processos não são bem estruturados, tarefas se acumulam, informações se perdem e o gerenciamento das demandas se torna mais complexo. Nesse cenário, o workflow surge como uma solução estratégica para organizar o fluxo de trabalho e garantir que todas as etapas sejam executadas de forma clara e eficiente. Neste artigo, você vai entender o que é workflow, quais são seus principais tipos, seus objetivos, exemplos práticos e como a tecnologia pode potencializar a gestão dos processos dentro das organizações. O que é Workflow? Workflow é, em tradução direta, “fluxo de trabalho”. Na prática, é a representação organizada das etapas que compõem um processo, desde o início até a entrega do resultado final. Ele define quem faz o quê, em qual ordem e com quais recursos.O objetivo central do workflow é garantir que as atividades sejam executadas de forma padronizada, previsível e rastreável. Isso facilita o gerenciamento, reduz erros, elimina retrabalho e torna muito mais fácil identificar onde os processos estão travando. Quais são os objetivos do workflow? Antes de mergulhar nos tipos, vale entender por que as empresas investem em estruturar seus fluxos de trabalho. Os principais objetivos são: Os 6 Principais tipos de Workflow Nem todo fluxo de trabalho funciona da mesma maneira. Dependendo da natureza das suas atividades, o gerenciamento precisa ser adaptado. Conheça os principais tipos: 1. Workflow Ad hoc É o modelo flexível e menos rígido. As regras e processos podem ser criados ou modificados ao longo do caminho, conforme a necessidade do projeto. É ideal para ambientes criativos ou soluções de problemas inéditos. 2. Workflow Produtivo Totalmente focado em processos repetitivos e de alto volume. O workflow produtivo possui regras estritas e pouca variação, visando a máxima eficiência e velocidade na entrega. 3. Workflow Administrativo Direcionado para a rotina interna e burocrática de uma empresa. Envolve tarefas previsíveis e repetitivas que dão suporte ao negócio, como o reembolso de despesas de funcionários, pedidos de férias ou solicitação de compras. 4. Workflow de Inspeção Este tipo é centrado na validação e controle de qualidade. As tarefas avançam ou retornam com base em decisões de aprovação. Segue padrões rigorosos, garantindo que as atividades só avancem se cumprirem todos os critérios estabelecidos, o que diminui erros e retrabalhos. 5. Workflow Colaborativo Focado na cooperação entre diferentes departamentos ou profissionais para atingir um objetivo comum. Várias pessoas podem trabalhar na mesma etapa ou em paralelo, exigindo um alto nível de comunicação e organização. 6. Workflow Transacional O Workflow Transacional é utilizado em processos que envolvem movimentação de dados, documentos ou transações que exigem rastreabilidade e controle. Exemplos de Workflow nas empresas O workflow pode ser aplicado em diferentes áreas da organização, ajudando a estruturar processos, definir responsabilidades e garantir que cada atividade seja executada de forma organizada. Confira alguns exemplos de workflow presentes no dia a dia corporativo: Processo de recrutamento e seleção No recrutamento e seleção, o workflow ajuda a organizar todas as etapas da contratação, desde a abertura da vaga até a admissão do profissional. Com um fluxo de trabalho bem definido, a empresa consegue acompanhar cada fase do processo, reduzir atrasos e tornar a seleção mais eficiente. Solicitação de compras O workflow de compras permite que as solicitações sigam um caminho estruturado de aprovação, análise e aquisição. Dessa forma, a empresa mantém maior controle sobre os gastos, evita falhas no processo e garante mais transparência nas decisões. Aprovação de documentos Na gestão de documentos, o workflow organiza etapas como elaboração, revisão, aprovação e arquivamento. Esse modelo facilita o gerenciamento das informações, reduz erros e assegura que os documentos sejam validados pelos responsáveis antes de sua utilização. Atendimento ao cliente No atendimento ao cliente, o workflow contribui para que cada solicitação seja acompanhada desde o primeiro contato até a sua resolução. Isso permite mais organização das atividades, maior agilidade nas respostas e uma experiência mais satisfatória para o consumidor. Onboarding de colaboradores O onboarding também pode ser estruturado por meio de um workflow, organizando atividades como envio de documentos, treinamentos e configurações de acesso. Com isso, a empresa proporciona uma integração mais organizada e ajuda o novo colaborador a se adaptar com mais rapidez à rotina de trabalho. O Workflow Conectado com a Tecnologia Antigamente, os fluxos de trabalho eram desenhados em papéis ou quadros brancos. Hoje, o workflow ganhou escala graças à tecnologia. Sistemas de automação e softwares de gestão transformaram os processos. A tecnologia permite: Como criar um Workflow eficiente? Criar um workflow eficiente começa com a organização do processo e a definição de um fluxo claro para a execução das atividades. Também é importante eliminar etapas desnecessárias e utilizar ferramentas que facilitem o acompanhamento das tarefas, garantindo mais agilidade, controle e produtividade. Mapear o processo O primeiro passo é compreender como o processo funciona atualmente. Isso envolve identificar todas as atividades realizadas, os profissionais envolvidos e a sequência das tarefas. Esse mapeamento permite visualizar o fluxo de trabalho como um todo e entender onde podem existir falhas, atrasos ou oportunidades de melhoria. Definir as etapas Após mapear o processo, é necessário organizar as atividades em uma sequência lógica. Cada etapa deve ter um propósito claro e estar conectada ao objetivo final do workflow. Um fluxo bem definido facilita a execução das tarefas, reduz dúvidas e garante mais organização no dia a dia da equipe. Determinar responsáveis Para que o workflow funcione de forma eficiente, é fundamental definir quem será responsável por cada atividade. Quando as responsabilidades estão claras, há menos riscos de retrabalho, atrasos ou falhas de comunicação. Além disso, essa definição facilita o acompanhamento do progresso das demandas. Utilizar ferramentas de gerenciamento A tecnologia pode ser uma grande aliada na implementação de workflows. Plataformas de gerenciamento permitem acompanhar atividades, automatizar tarefas repetitivas, centralizar informações e melhorar a comunicação entre equipes. Isso proporciona mais controle sobre os processos e reduz a dependência de atividades manuais. Padronizar procedimentos A padronização é essencial para garantir consistência na
Gestão ocupacional: prevenção, segurança e saúde para empresas

Cuidar da saúde e da segurança dos colaboradores é uma responsabilidade que vai muito além do cumprimento de obrigações legais. Uma boa gestão ocupacional contribui para a prevenção de acidentes, reduz afastamentos e ajuda a construir um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo. Neste artigo, você vai entender o que é gestão ocupacional, quais são as principais ações envolvidas, por que ela é importante para as empresas e como colocá-la em prática. O que é gestão ocupacional? A gestão ocupacional é um conjunto de práticas e estratégias voltadas para preservar a saúde e a segurança dos trabalhadores dentro do ambiente de trabalho. O objetivo é identificar, prevenir e controlar os riscos que podem causar doenças ocupacionais ou acidentes, garantindo que cada colaborador exerça suas funções com o máximo de proteção possível. O grande objetivo é promover a segurança coletiva e individual, garantindo que a empresa opere em total conformidade com as Normas Regulamentadoras (NRs) do Ministério do Trabalho. Quais são as principais ações de gestão ocupacional? Para que essa gestão seja eficiente, ela deve ser prática e integrada ao dia a dia da empresa. Algumas das principais ações incluem: Mapeamento de riscos Esta ação consiste em realizar uma varredura completa e minuciosa em todos os setores da empresa para identificar e classificar possíveis perigos físicos (como ruídos e vibrações), químicos (poeiras e vapores), biológicos (vírus e bactérias), ergonômicos e de acidentes. Mais do que listar as ameaças, o mapeamento avalia a probabilidade de ocorrência e a gravidade de cada uma delas, servindo como base técnica para a criação do PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos). Exames médicos periódicos Acompanhar de perto a saúde dos colaboradores por meio de avaliações clínicas regulares é a forma mais eficaz de monitorar o impacto da rotina de trabalho no organismo do profissional. Essa rotina envolve a emissão e controle do ASO (Atestado de Saúde Ocupacional) em momentos estratégicos, como nos exames admissionais, demissionais, de retorno ao trabalho, de mudança de função e nos exames periódicos anuais. Treinamentos de segurança De nada adianta a empresa desenhar processos perfeitos no papel se a equipe não souber como agir com segurança na prática diária. Os treinamentos obrigatórios e as capacitações contínuas servem para conscientizar os trabalhadores sobre a importância do uso correto dos EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), além de prepará-los para agir com calma e eficiência em situações de emergência ou evacuação. Ergonomia Focada na adaptação das condições de trabalho às capacidades físicas e mentais dos colaboradores, a ergonomia busca tornar o ambiente laboral mais confortável e produtivo. Isso envolve desde o ajuste adequado do mobiliário (como cadeiras confortáveis, suportes de tela e mesas na altura correta) até o planejamento inteligente da jornada de trabalho, incluindo pausas programadas e alternância de posturas. Fornecimento de EPIs e EPCs Consiste na entrega obrigatória de Equipamentos de Proteção Individual (como óculos e botas) e na instalação de Equipamentos de Proteção Coletiva (como corrimãos e sinalização). A empresa deve garantir itens de qualidade e fiscalizar seu uso no dia a dia. Como implementar a gestão ocupacional na empresa? A implementação da gestão ocupacional exige planejamento e comprometimento de toda a organização. Confira algumas etapas importantes: Realize um diagnóstico inicial Antes de implementar qualquer estratégia, é importante realizar um levantamento detalhado das condições de trabalho da empresa. Avalie os riscos existentes em cada setor, analise os índices de afastamentos, acidentes e absenteísmo, além de identificar possíveis falhas nos processos atuais. Estruture políticas e procedimentos A gestão ocupacional deve ser sustentada por políticas claras e bem definidas. Estabeleça normas internas relacionadas à saúde, segurança e prevenção de acidentes, documentando processos e responsabilidades. Além disso, é fundamental garantir que todos os colaboradores tenham acesso a essas informações e entendam seu papel na construção de um ambiente de trabalho mais seguro. Invista em treinamentos Os treinamentos são essenciais para conscientizar os profissionais sobre os riscos presentes em suas atividades e orientá-los sobre as melhores práticas de prevenção. Capacitações periódicas ajudam a reforçar a cultura de segurança, promover o uso correto de equipamentos e reduzir comportamentos que possam colocar em risco a integridade dos colaboradores. Promova ações de saúde preventiva Investir em prevenção é uma das formas mais eficientes de reduzir afastamentos e melhorar a qualidade de vida da equipe. A empresa pode desenvolver campanhas de vacinação, programas de incentivo à saúde física e mental, orientações ergonômicas e ações educativas voltadas ao bem-estar dos colaboradores. Monitore resultados continuamente A gestão ocupacional deve ser acompanhada de forma constante para garantir sua efetividade. Monitore indicadores como número de acidentes, afastamentos, exames ocupacionais e níveis de absenteísmo. A análise desses dados permite identificar oportunidades de melhoria, corrigir falhas rapidamente e aperfeiçoar continuamente as ações voltadas à saúde e segurança no ambiente de trabalho. Por que a gestão ocupacional é importante? Os benefícios de investir em gestão ocupacional vão muito além do cumprimento legal. Veja por que essa prática é tão relevante para as empresas: Redução do absenteísmo Colaboradores expostos a riscos sem a devida proteção adoecem com mais frequência, o que aumenta as faltas e prejudica a produtividade. Uma gestão ocupacional eficiente reduz significativamente esse índice, mantendo as equipes mais presentes e engajadas. Queda nos custos com afastamentos Doenças ocupacionais podem resultar em afastamentos longos, pagamento de benefícios pelo INSS, ações trabalhistas e até interdições da empresa. Tudo isso tem um custo alto, que poderia ser evitado com medidas preventivas. Proteção da empresa contra passivos trabalhistas Empresas que não cumprem as normas de saúde e segurança do trabalho estão sujeitas a multas, processos e danos à reputação. A gestão ocupacional atua como um escudo de proteção legal. Atração e retenção de talentos Profissionais valorizam ambientes que cuidam da sua saúde e segurança. Empresas com boas práticas ocupacionais têm mais facilidade para atrair e reter talentos, o que é especialmente relevante em mercados competitivos. Mais produtividade e qualidade de vida Quando o trabalhador se sente seguro e saudável, ele produz melhor. A gestão ocupacional contribui diretamente para um clima organizacional mais positivo e para melhores resultados do
Primeiro trabalho: por onde começar sua jornada profissional

Dar o primeiro passo no mercado de trabalho é um marco gigante. É o momento de conquistar a independência financeira, descobrir novas habilidades e começar a desenhar o seu futuro. No entanto, é super normal surgir aquela dúvida: “Como vou conseguir o meu primeiro trabalho se todo mundo pede experiência?” Neste artigo, você vai encontrar orientações práticas para organizar essa jornada, desde a idade mínima para trabalhar legalmente até dicas para se destacar como candidato mesmo sem um histórico profissional consolidado. Qual é a idade necessária para conseguir o primeiro emprego? Uma das principais dúvidas de quem quer iniciar a jornada profissional é a idade mínima permitida por lei. No Brasil, as regras são bem claras para garantir que o trabalho não atrapalhe os estudos: Estratégias para conseguir um primeiro emprego sem experiência A falta de registro na carteira profissional não pode ser uma barreira para você. Veja como se destacar: Invista em cursos e certificações Mesmo sem experiência profissional, é possível construir um repertório de conhecimentos que faça diferença na hora da seleção. Um certificado de Excel, de atendimento ao cliente ou de comunicação, por exemplo, já demonstra proatividade e vontade de aprender. Considere o estágio e o jovem aprendiz Essas duas modalidades existem justamente para quem está começando. As empresas que contratam estagiários e aprendizes já esperam receber candidatos sem experiência anterior, o que reduz a pressão e abre espaço para o aprendizado. Além disso, muitas vagas efetivas surgem a partir desses programas. Mostre disposição para aprender Nas entrevistas, a atitude conta muito. Candidatos que demonstram curiosidade, boa comunicação e disposição para crescer costumam se destacar mesmo sem um histórico profissional robusto. Prepare-se para falar sobre suas habilidades comportamentais, os chamados soft skills, como organização, trabalho em equipe e responsabilidade. Invista em presença online Manter uma presença online profissional pode aumentar suas chances de conquistar o primeiro emprego. Plataformas como o LinkedIn permitem criar um perfil com informações sobre sua formação, cursos, habilidades e objetivos de carreira, facilitando a conexão com recrutadores e o acesso a novas oportunidades de trabalho. Dicas essenciais para elaborar o primeiro currículo O seu currículo é o seu cartão de visitas. Para quem busca o primeiro trabalho e não tem uma trajetória profissional longa, o segredo é saber valorizar o seu potencial. Veja as melhores dicas para não errar: Conexão com networking Ao procurar o primeiro emprego, muitas pessoas focam apenas no envio de currículos e acabam deixando de lado uma estratégia que pode abrir diversas portas: o networking. Construir uma rede de contatos profissionais ajuda a conhecer oportunidades, trocar experiências e ficar por dentro de vagas que nem sempre são divulgadas publicamente. Uma boa rede de contatos pode ajudar você a descobrir oportunidades, aprender com profissionais experientes e ganhar mais visibilidade no mercado de trabalho. Uma boa forma de fortalecer o networking é manter contato com pessoas que possam compartilhar conhecimentos, experiências e informações sobre o mercado de trabalho. Conversar com colegas de estudo, ex-professores, familiares e profissionais da área de interesse pode gerar aprendizados valiosos e até mesmo indicar oportunidades alinhadas ao seu perfil. Como se destacar nos processos seletivos? Além de preparar um bom currículo, existem algumas atitudes que ajudam qualquer candidato a causar uma boa impressão. Entre elas: Lembre-se de que muitas empresas valorizam o potencial de desenvolvimento tanto quanto a experiência. Benefícios para a empresa de contratar alguém sem experiência prévia Contratar profissionais em busca do primeiro emprego pode trazer vantagens importantes para as empresas. Além de chegarem ao mercado com disposição para aprender e se desenvolver, esses candidatos costumam se adaptar mais facilmente à cultura organizacional e aos processos internos.Ao investir em talentos em início de carreira, a empresa tem a oportunidade de desenvolver profissionais alinhados às suas necessidades, valores e forma de atuação. Além disso, esses colaboradores podem trazer novas perspectivas, contribuir com ideias inovadoras e demonstrar alto nível de comprometimento com o crescimento profissional. Valorize quem está começando a carreira Profissionais em busca do primeiro emprego também buscam empresas que se preocupam com seu bem-estar e desenvolvimento. Com a Benê, você oferece benefícios flexíveis que dão mais autonomia aos colaboradores, além de contar com atendimento humanizado, sem taxa de adesão e uma plataforma prática para a gestão dos benefícios. Atraia mais talentos para a sua empresa, fale com um especialista Benê.
Cultura de Inovação: o segredo para transformar ideias em resultados

A cultura de inovação é um dos principais fatores para empresas que desejam se manter competitivas, acompanhar as mudanças do mercado e estimular o desenvolvimento de novas soluções. Mais do que investir em tecnologia, ela envolve criar um ambiente que incentive a criatividade, a colaboração e a busca constante por melhorias. Neste artigo, você vai entender o que é a cultura de inovação, quais são seus principais objetivos, como implementá-la e por que ela é importante para o crescimento sustentável das empresas. O que é cultura de inovação? A cultura de inovação é o conjunto de valores, práticas e comportamentos que incentivam colaboradores e lideranças a desenvolver novas soluções, testar diferentes abordagens e promover melhorias contínuas dentro da organização. A cultura de inovação transforma boas ideias em ações capazes de gerar valor para colaboradores, clientes e para o negócio. Essa cultura estimula o compartilhamento de ideias, a colaboração entre equipes e a criação de um ambiente onde a criatividade é valorizada. Dessa forma, a inovação deixa de ser responsabilidade de um único departamento e passa a integrar a estratégia e o dia a dia de toda a empresa. Quais são os principais objetivos da cultura de inovação? A implementação de uma cultura voltada para a inovação pode trazer diversos benefícios para a organização. Entre os principais objetivos estão: Quando a empresa tem esses objetivos claros, fica mais fácil direcionar esforços e medir resultados. Etapas para implementar a cultura de inovação A boa notícia é que qualquer empresa, independentemente do porte, pode desenvolver uma cultura inovadora. O processo exige consistência, mas não precisa ser complicado. Diagnóstico da cultura atual O primeiro passo para implementar uma cultura de inovação é avaliar o cenário atual da empresa. É importante identificar se os colaboradores têm espaço para compartilhar ideias, se existe abertura para mudanças e quais são os principais obstáculos que dificultam a inovação. Esse diagnóstico ajuda a definir prioridades e construir estratégias mais alinhadas à realidade da organização. Engajamento da liderança A liderança exerce um papel fundamental na construção de uma cultura inovadora. Quando gestores incentivam a criatividade, valorizam sugestões e demonstram interesse por novas soluções, criam um ambiente mais favorável à inovação. Além disso, líderes engajados servem como exemplo para as equipes, fortalecendo a adesão às iniciativas propostas. Criação de espaços para ideias Para que a inovação aconteça de forma contínua, é necessário criar oportunidades para que os colaboradores compartilhem suas percepções e sugestões. Reuniões de alinhamento, plataformas colaborativas e grupos de discussão podem facilitar a troca de experiências e estimular o surgimento de novas soluções para os desafios da empresa. Incentive a colaboração entre equipes A colaboração entre diferentes áreas da empresa amplia a troca de conhecimentos, experiências e perspectivas. Esse contato entre equipes pode estimular a criatividade, facilitar a resolução de problemas e contribuir para o desenvolvimento de soluções mais completas e alinhadas aos objetivos do negócio. Teste e aprendizado contínuo A inovação está diretamente ligada à experimentação. Por isso, as empresas devem incentivar a realização de testes, projetos-piloto e avaliações constantes dos resultados obtidos. Mesmo quando uma iniciativa não alcança o resultado esperado, o aprendizado gerado pode contribuir para ajustes e melhorias futuras, fortalecendo o processo de inovação. Reconhecimento e incentivos Reconhecer os profissionais que contribuem com ideias inovadoras é uma forma eficiente de estimular a participação da equipe. Além de feedbacks e programas de valorização, a empresa pode oferecer recompensas, como um saldo extra na categoria Benê Plus do cartão de benefícios flexíveis da Benê. Esse reconhecimento ajuda a fortalecer o engajamento e incentivar novas contribuições. Qual a relação entre cultura de inovação e brainstorming? O brainstorming é uma técnica de geração de ideias realizada em grupo, na qual os participantes compartilham sugestões e perspectivas sobre um determinado tema ou desafio. O objetivo é estimular a criatividade e reunir diferentes pontos de vista para encontrar novas possibilidades e soluções. Além de incentivar a participação dos colaboradores, essa dinâmica favorece a troca de conhecimentos entre diferentes áreas, amplia a diversidade de perspectivas e pode gerar insights valiosos para o negócio. Quando utilizada de forma recorrente, ela fortalece o engajamento das equipes e contribui para consolidar uma cultura voltada à inovação e à melhoria contínua. Por que promover uma cultura inovadora é tão importante? Promover uma cultura inovadora permite que a empresa evolua de forma contínua, identificando oportunidades de melhoria e se preparando para os desafios do mercado. Aumenta a competitividade Empresas que incentivam a inovação conseguem responder com mais rapidez às mudanças do mercado, acompanhar tendências e se destacar da concorrência. Estimula a melhoria contínua A busca constante por novas soluções permite otimizar processos, corrigir falhas e aumentar a eficiência das operações. Incentiva a criatividade Um ambiente aberto a novas perspectivas estimula a criação de ideias que podem gerar melhorias em produtos, serviços e processos internos. Facilita a adaptação às mudanças Organizações com uma cultura de inovação bem estabelecida costumam lidar melhor com transformações tecnológicas, mudanças de comportamento dos consumidores e novos desafios do mercado. Reconheça a inovação e engaje sua equipe Uma cultura de inovação se fortalece quando os colaboradores percebem que suas contribuições são valorizadas. Reconhecer boas ideias e iniciativas de melhoria ajuda a aumentar o engajamento, incentivar a participação das equipes e estimular a busca contínua por novas soluções. Com a Benê, sua empresa pode transformar esse reconhecimento em benefícios flexíveis, oferecendo mais autonomia aos colaboradores e até recompensando resultados com saldo na categoria Benê Plus. Valorize os seus colaboradores, fale com um especialista Benê.
Doença ocupacional: por que a falta de prevenção custa mais caro do que você imagina

Se você tem uma empresa, sabe que manter a equipe saudável é fundamental para o negócio funcionar bem. Mas existe um risco silencioso que muitos gestores subestimam: as doenças ocupacionais. Elas se desenvolvem devagar, quase sem que ninguém perceba, e quando aparecem, já causaram impacto no rendimento, na folha de pagamento e no clima da organização. Neste artigo, você vai entender o que são as doenças ocupacionais, quais os tipos mais comuns, como elas se diferenciam das doenças do trabalho e, principalmente, o que a sua empresa pode fazer para preveni-las. O que é doença ocupacional? A doença ocupacional é uma condição de saúde que surge em consequência da atividade profissional exercida pelo trabalhador ou das condições presentes no ambiente de trabalho. Ela pode ser causada pela exposição contínua a fatores de risco físicos, químicos, biológicos, ergonômicos ou psicossociais, afetando o bem-estar e a capacidade laboral dos profissionais. Diferentemente de acidentes que acontecem de forma repentina, as doenças ocupacionais costumam se desenvolver ao longo do tempo, muitas vezes de maneira silenciosa. Quando não identificadas e tratadas adequadamente, podem resultar em afastamentos, redução da produtividade e impactos significativos tanto para os colaboradores quanto para as empresas. Qual é a diferença entre doença ocupacional e doença do trabalho? Embora pareçam sinônimos e ambas entrem na categoria de doenças relacionadas ao trabalho, a legislação brasileira faz uma distinção técnica importante entre elas: Doença ocupacional É aquela causada exclusivamente pelo exercício de determinada profissão, com vínculo direto e comprovado entre a atividade e o adoecimento. Doença do trabalho É aquela adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente. Não está ligada à profissão em si, mas ao ambiente. Tipos e exemplos mais comuns de doenças ocupacionais As doenças ocupacionais se manifestam de diferentes formas, dividindo-se principalmente em duas grandes frentes: as físicas e as psicossociais. Veja os exemplos mais comuns: Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT/LER) Causadas por movimentos repetitivos, postura inadequada ou esforço físico excessivo. É muito comum em profissionais que passam horas digitando ou operando máquinas. Transtornos Psicossociais e Mentais O esgotamento mental e o estresse crônico se tornaram uma das maiores causas de afastamentos no mundo corporativo moderno, impulsionados por cobranças excessivas, falta de suporte e ambientes tóxicos. Doenças Respiratórias e da Pele Comuns em indústrias onde há exposição a poeiras minerais, produtos químicos, vapores ou fumaça sem a devida proteção. Os impactos das doenças ocupacionais para as empresas Os efeitos das doenças relacionadas ao trabalho vão muito além dos custos com tratamento. Veja o que está em jogo: Afastamentos e queda de produtividade Quando um colaborador precisa se afastar por doença ocupacional, o trabalho não para, ele só fica mal distribuído. Isso sobrecarrega o restante da equipe e impacta a entrega de resultados. Custos previdenciários e trabalhistas O afastamento por doença ocupacional gera obrigações legais específicas para a empresa, tanto no campo trabalhista quanto previdenciário. Além disso, dependendo da situação, a empresa pode enfrentar consequências jurídicas se ficar comprovado que não adotou as medidas de proteção adequadas. Turnover e perda de talentos Colaboradores que adoecem com frequência ou que se sentem inseguros no ambiente de trabalho tendem a se desligar da empresa. E repor um profissional custa caro: recrutamento, seleção, treinamento e tempo até o novo colaborador atingir a produtividade esperada. Danos à imagem e ao clima organizacional Empresas que acumulam casos de doenças ocupacionais ou afastamentos frequentes enfrentam problemas de reputação, tanto no mercado de trabalho quanto com clientes e parceiros. Internamente, o clima organizacional tende a piorar, com queda no engajamento e aumento do presenteísmo. Como prevenir doenças ocupacionais? Prevenir envolve uma mudança de cultura. É necessário criar um ambiente onde a saúde física e mental seja prioridade. Algumas medidas que podem fazer a diferença incluem: Contrate um plano de saúde empresarial Contar com um plano de saúde coletivo é uma das formas mais diretas de garantir que os colaboradores tenham acesso rápido a consultas, exames e acompanhamento especializado, antes que um sintoma isolado evolua para um afastamento. A Benê facilita a contratação de planos de saúde, odontológico e vida para empresas com CNPJ ativo a partir de 2 vidas. Sem burocracia, com as melhores opções do mercado e um time dedicado a encontrar a solução certa para o perfil de cada empresa. Receba sua cotação online, fale com um especialista Benê. Cuide da saúde mental Ambientes saudáveis psicologicamente não surgem por acaso. É preciso investir em comunicação aberta, gestão humanizada, canais de escuta, rodas de conversa e, quando necessário, apoio psicológico. Implemente programas de saúde ocupacional O PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) é obrigatório para empresas com funcionários regidos pela CLT. Mas além de cumprir a exigência legal, use o programa como ferramenta real de monitoramento e prevenção. Incentive uma cultura de prevenção Mais do que cumprir exigências legais, as empresas que saem na frente são aquelas que tratam a saúde como valor organizacional. Isso significa envolver lideranças no tema, comunicar boas práticas de forma contínua e criar canais abertos para que a equipe participe ativamente das iniciativas de saúde e segurança. Invista na prevenção e proteja sua equipe Prevenir doenças ocupacionais vai além de cumprir exigências legais. Quando os colaboradores têm acesso a cuidados médicos de qualidade, o diagnóstico precoce e o acompanhamento adequado se tornam mais acessíveis, reduzindo riscos de agravamento de problemas de saúde, afastamentos prolongados e impactos na produtividade da empresa. A Benê conecta sua empresa aos planos de saúde, odontológico e de vida mais adequados para o perfil do seu negócio. Com uma consultoria de qualidade durante toda a jornada, ajudamos você a encontrar a solução ideal para proteger seus colaboradores, garantindo suporte especializado desde a escolha do plano até o acompanhamento contínuo das necessidades da sua empresa. Receba a sua cotação online, fale com um especialista Benê.
Como a Lei 15.377 afeta as empresas e impacta a saúde corporativa

A promoção da saúde no ambiente corporativo tem ganhado cada vez mais relevância nas estratégias de gestão de pessoas e bem-estar. Nesse contexto, a Lei 15.377/2026 trouxe novas diretrizes para as empresas ao reforçar a importância da conscientização sobre prevenção de doenças e campanhas oficiais de vacinação. Neste artigo, você vai entender o que é a Lei 15.377, quais são seus objetivos, quais informações devem ser divulgadas aos colaboradores e como as empresas podem incorporar essas ações à sua rotina. O que é a Lei 15.377? A Lei nº 15.377/2026 alterou a Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT, para incluir um novo artigo: o 169-A. Com ele, a legislação reforça o papel das empresas na promoção da saúde dentro do ambiente de trabalho, estabelecendo um dever informativo relacionado a campanhas oficiais de vacinação e à prevenção de doenças específicas. A norma possui caráter predominantemente informativo e educativo, fortalecendo a disseminação de informações confiáveis sobre saúde preventiva nas organizações. A legislação não detalha o formato das campanhas, sua periodicidade, modelos operacionais específicos ou a necessidade de treinamentos formais, o que reforça a natureza orientativa e de conscientização das medidas previstas. Quais são os objetivos da Lei 15.377? A inserção dessa temática no ambiente corporativo possui propósitos claros de impacto social e de governança corporativa: A legislação reforça a importância do ambiente de trabalho como espaço de disseminação de informações que contribuem para o bem-estar e a qualidade de vida dos colaboradores. Quais deveres a lei estabelece? A legislação prevê um conjunto de obrigações de caráter informativo e educativo para as empresas. Veja os principais pontos: Divulgação de campanhas oficiais de vacinação A norma estabelece que as empresas devem disponibilizar aos seus empregados informações sobre campanhas oficiais de vacinação, alinhadas às orientações do Ministério da Saúde. Conscientização sobre doenças prevalentes A lei prevê ações de conscientização no ambiente de trabalho relacionadas à prevenção do câncer de mama, câncer de colo do útero e câncer de próstata. Isso inclui campanhas internas e iniciativas educativas voltadas a esses temas. Orientação sobre acesso a serviços de diagnóstico As empresas também devem orientar os trabalhadores sobre como acessar serviços de diagnóstico disponíveis, seja pelo SUS ou por planos de saúde. Direito à ausência remunerada para exames preventivos A norma reforça o dever das empresas de garantir ao trabalhador o direito de se ausentar, com remuneração, para a realização de exames preventivos, observadas as hipóteses e os requisitos previstos na legislação trabalhista vigente. O RH e o Departamento Pessoal precisam estar atentos a essa previsão na gestão do dia a dia. Como implementar as ações na prática? A aplicação da legislação pode ocorrer por meio de estratégias voltadas à conscientização e à disseminação de informações sobre saúde preventiva no ambiente de trabalho. Algumas práticas que podem contribuir para esse objetivo incluem: Forneça materiais informativos aos colaboradores Disponibilize comunicados internos, e-mails, murais digitais e outros conteúdos educativos sobre campanhas de vacinação, HPV e prevenção dos cânceres de mama, colo do útero e próstata. As informações devem estar alinhadas às orientações do Ministério da Saúde. Promova ações de conscientização Realize palestras, rodas de conversa e campanhas internas que incentivem a prevenção e o cuidado com a saúde. A legislação reforça a importância da disseminação de informações de qualidade no ambiente corporativo. Capacite lideranças e equipes de RH Garanta que profissionais de RH e lideranças tenham acesso às informações necessárias para orientar os trabalhadores sobre campanhas de prevenção, exames e formas de acesso aos serviços de saúde disponíveis. Registre as ações realizadas Manter registros formais das campanhas realizadas, comunicados enviados e iniciativas promovidas é uma prática recomendável. Esses documentos podem servir como comprovação das ações em eventuais situações de fiscalização. Cuide da saúde da sua equipe com o apoio da Benê Seguros Promover a saúde preventiva no ambiente de trabalho se torna mais simples quando os colaboradores têm acesso facilitado a consultas, exames e acompanhamento médico. A Benê auxilia empresas de todos os portes a encontrarem planos de saúde empresariais adequados às suas necessidades, com suporte próximo e atendimento especializado. Receba a sua cotação online, fale com um especialista Benê.
Churn e retenção de clientes: como evitar perdas e aumentar resultados

Perder clientes faz parte de qualquer negócio. Mas quando essa perda acontece de forma acelerada e sem controle, ela vira um problema sério para a saúde financeira da empresa. É aqui que entra o churn, uma das métricas mais importantes para quem quer crescer de forma sustentável. O que é churn? O churn (ou churn rate) é a métrica que indica a taxa de rotatividade de clientes de uma empresa. Em termos simples, trata-se do percentual de consumidores que deixaram de fazer negócios com a sua marca em um determinado período de tempo. Na prática, o churn indica quantos clientes deixaram de utilizar um produto ou serviço durante um intervalo específico. Quanto maior essa taxa, maior tende a ser o impacto sobre a receita e o crescimento da empresa. Principais tipos de churn O churn pode ser analisado de diferentes formas, dependendo do que a empresa deseja medir. Conhecer esses tipos ajuda a identificar com mais precisão os impactos da perda de clientes sobre a receita e o crescimento do negócio. Churn de receita (MRR Churn) O churn de receita, também conhecido como MRR Churn, mede a perda de receita recorrente mensal causada pelo cancelamento de clientes ou pela redução de planos contratados. Esse indicador ajuda a entender o impacto financeiro da perda de clientes sobre o faturamento da empresa. Early Churn O Early Churn representa o cancelamento realizado por clientes em um curto período após a contratação de um produto ou serviço. Essa métrica ajuda a analisar a retenção nos estágios iniciais da jornada do cliente. Churn Voluntário O churn voluntário ocorre quando o cliente opta por encerrar o contrato ou interromper o uso de um produto ou serviço por decisão própria. Churn Involuntário O churn involuntário ocorre quando o cancelamento não é uma escolha do cliente, mas resulta de problemas como falhas de pagamento, cartões expirados ou erros no sistema de cobrança. Net Revenue Churn O Net Revenue Churn ocorre quando clientes permanecem na base, mas reduzem o valor contratado por meio de diminuição do consumo ou contratação de planos mais baratos. Como resultado, a empresa registra uma queda na receita recorrente gerada por esses clientes, mesmo sem que haja um cancelamento do contrato. Churn Negativo O churn negativo ocorre quando o crescimento da receita proveniente dos clientes atuais é maior do que as perdas registradas no mesmo período. Nesse cenário, a receita da base de clientes aumenta mesmo diante de cancelamentos. Possíveis motivos para uma taxa de churn alta Se a sua taxa de cancelamento está subindo, é um sinal de alerta para a operação. Geralmente, os principais problemas são: Como calcular o churn? Calcular essa métrica é mais simples do que parece. A fórmula básica do churn rate exige apenas os dados de um período específico (mensal, trimestral ou anual): Churn Rate = (Clientes que cancelaram no período / Total de clientes no início do período) x 100 Vale lembrar que a aplicação exata dessa lógica pode variar de acordo com o tipo de churn que você está analisando. Qual a importância de monitorar o churn? Monitorar o churn é fundamental para entender o nível de retenção de clientes e identificar se a empresa está conseguindo manter sua base de consumidores ao longo do tempo. Essa métrica oferece uma visão clara sobre a estabilidade da operação e ajuda a acompanhar o impacto dos cancelamentos sobre a receita e o crescimento do negócio. Além disso, o acompanhamento contínuo do churn permite identificar tendências, avaliar a eficácia das estratégias de relacionamento e tomar decisões mais assertivas para reduzir a rotatividade. Com essas informações, a empresa pode direcionar esforços para fortalecer a fidelização dos clientes e aumentar a sustentabilidade dos resultados a longo prazo. Estratégias eficientes de retenção de clientes Para combater a rotatividade e manter os consumidores satisfeitos por muito mais tempo, invista em ações práticas de retenção de clientes: Conheça a jornada do cliente Compreender cada etapa da jornada do cliente permite acompanhar sua experiência desde o primeiro contato com a empresa até a renovação ou recompra. Esse mapeamento ajuda a identificar momentos decisivos do relacionamento e criar ações mais eficazes para aumentar a retenção de clientes. Invista em atendimento de qualidade Um atendimento ágil, eficiente e humanizado contribui para fortalecer a confiança dos clientes na empresa. Quando o consumidor encontra suporte sempre que precisa, a tendência é que sua experiência seja mais positiva e seu vínculo com a marca se fortaleça. Monitore indicadores de satisfação Acompanhar métricas de satisfação permite avaliar a percepção dos clientes sobre produtos, serviços e atendimento. Esses dados fornecem informações valiosas para orientar melhorias contínuas e acompanhar a evolução da experiência oferecida pela empresa. Ofereça uma boa experiência de onboarding O onboarding é o processo de integração do cliente após a contratação e tem papel fundamental na construção de uma experiência positiva. Uma implementação bem estruturada facilita a adaptação à solução e aumenta as chances de engajamento desde os primeiros contatos. Mantenha comunicação ativa Manter uma comunicação frequente ajuda a fortalecer o relacionamento e a manter os clientes informados sobre novidades, atualizações e oportunidades. Além disso, o contato constante contribui para aumentar o engajamento e a proximidade com a marca. Personalize o relacionamento Cada cliente possui necessidades, objetivos e expectativas diferentes. Por isso, oferecer uma comunicação e uma experiência mais personalizadas pode tornar as interações mais relevantes e fortalecer o relacionamento ao longo do tempo. Analise os motivos de cancelamento Avaliar os motivos informados pelos clientes que encerram o relacionamento com a empresa permite obter insights importantes sobre a experiência oferecida. Essas informações podem orientar ajustes em processos, produtos e estratégias de retenção de clientes. Atendimento de qualidade começa dentro da empresa Para encantar clientes e fortalecer relacionamentos, é preciso começar pelo público interno. Colaboradores satisfeitos, valorizados e engajados tendem a oferecer um atendimento mais atencioso, produtivo e alinhado às necessidades dos consumidores. Com a Benê, sua empresa oferece benefícios flexíveis que proporcionam mais autonomia e bem-estar para a equipe, além de contar com atendimento 100% humanizado, plataforma simplificada e zero