Pertencimento no trabalho: como desenvolver e aumentar o engajamento da equipe

Pertencimento no trabalho: como desenvolver e aumentar o engajamento da equipe. A Benê é o melhor cartão multibenefício corporativo, com bandeira Visa e aceitação ampla na vida real.

Sabemos que o dia a dia no RH e na gestão de pessoas não é apenas sobre números ou produtividade; é sobre pessoas. Na Benê, entendemos que cada colaborador busca mais do que um salário: busca um lugar onde sua voz seja ouvida e sua presença, valorizada. Quando um talento sente que “faz parte”, a mágica acontece. Mas como construir esse elo? O que é pertencimento no ambiente corporativo? O pertencimento é o vínculo emocional que une o colaborador à organização. É o sentimento de ser aceito, respeitado e conectado aos valores e à comunidade da empresa. Diferente da simples inclusão, onde a pessoa está presente, o pertencimento garante que ela se sinta segura para ser quem realmente é. O verdadeiro engajamento começa quando o colaborador sente que pertence. Benefícios do senso de pertencimento Empresas que priorizam esse pilar colhem frutos importantes: Um dado relevante reforça isso: de acordo com a pesquisa do Great Place to Work®, quando o reconhecimento é praticado por toda a equipe e não apenas por líderes, até 87% dos funcionários relatam níveis elevados de pertencimento. Consequências de não promover o pertencimento Ignorar a conexão humana pode custar caro. A falta de pertencimento gera: Desmotivação constante Sem o sentimento de pertencimento, o colaborador perde o vínculo emocional com a empresa. As entregas passam a ser feitas no automático, sem interesse genuíno ou vontade de ir além. Com o tempo, até pequenas demandas se tornam desgastantes, e a energia da equipe cai de forma perceptível. Falta de conexão com o trabalho Quando não há identificação com o ambiente ou com o propósito, o trabalho deixa de fazer sentido. O colaborador não enxerga valor no que faz, nem entende como sua atuação contribui para algo maior. Isso gera distanciamento e reduz o envolvimento com projetos e metas. Queda de produtividade A produtividade não depende apenas de processos e ferramentas, ela está diretamente ligada ao engajamento. Sem pertencimento, há mais distrações, menos foco e menor comprometimento com prazos e qualidade. O resultado aparece em entregas medianas e retrabalho constante. Aumento de conflitos internos Ambientes sem pertencimento tendem a ser mais individualistas. A colaboração diminui, a comunicação falha e surgem mais ruídos entre áreas e pessoas. Pequenos desalinhamentos viram problemas maiores, impactando diretamente o clima organizacional. Maior índice de desligamentos Se o colaborador não se sente parte da empresa, ele não vê motivo para permanecer. O turnover aumenta, muitas vezes de forma silenciosa, com perdas de talentos que poderiam ser evitadas. E o impacto não é só financeiro, mas também cultural e estratégico. De quem é a responsabilidade? Muitas vezes, a liderança sente uma ponta de insegurança ao abordar o pertencimento, temendo que seja uma tarefa puramente individual ou subjetiva. No entanto, essa é uma responsabilidade compartilhada: No fim, é um esforço coletivo que se constrói todos os dias. Como desenvolver o senso de pertencimento na empresa Se você quer fortalecer o pertencimento na sua equipe, algumas práticas fazem toda a diferença: Incentive o reconhecimento entre colaboradores O reconhecimento não pode ficar restrito à liderança. Quando ele acontece entre colegas, se torna mais espontâneo e constante. Criar espaços para isso, como rituais de feedback ou até pequenas celebrações de conquistas, ajuda a reforçar o valor de cada pessoa dentro do time. Com a categoria do Benê Plus, que passa em todos os lugares, o colaborador se sente de fato recompensado, contando com um saldo extra além do salário. Isso fortalece a cultura de valorização no dia a dia e torna o pertencimento ainda mais presente na rotina da equipe. Dê voz às pessoas Não basta perguntar, é preciso ouvir com atenção e considerar o que foi dito. Quando o colaborador percebe que sua opinião tem impacto real, ele se sente parte das decisões. Isso pode acontecer em reuniões, pesquisas internas ou até em conversas do dia a dia. Alinhe o propósito De nada adianta a empresa ter um propósito bem definido no papel se ele não é vivido no dia a dia. Alinhar o propósito significa garantir que as pessoas entendam para onde a empresa está indo, por que isso importa e como cada uma contribui nessa jornada. Promova a diversidade e inclusão Falar de pertencimento sem olhar para diversidade e inclusão é ignorar uma parte essencial da equação. Pessoas só se sentem parte de um ambiente quando percebem que podem ser quem realmente são, sem medo de julgamento ou exclusão. Promover diversidade vai além de contratar perfis diferentes. É garantir que todas as vozes tenham espaço, que opiniões sejam respeitadas e que existam oportunidades reais de crescimento para todos. Já a inclusão está no dia a dia: na forma como as pessoas são ouvidas, envolvidas e valorizadas nas decisões. Fortaleça a liderança próxima Líderes acessíveis, que acompanham de perto e se mostram disponíveis, criam relações mais fortes e contribuem diretamente para o sentimento de pertencimento. Confira mais dicas de RH: https://bene.com.vc/rh-da-empresa-funcoes-habilidades-e-importancia/ A importância do pertencimento para o futuro das empresas Se antes o foco estava apenas em salário e estabilidade, hoje as pessoas buscam propósito, reconhecimento e conexão com o ambiente de trabalho. Nesse novo cenário, o pertencimento deixa de ser algo complementar e passa a ter um papel central no engajamento e na retenção de talentos. Pertencimento não é mais diferencial, é o que sustenta equipes engajadas e resultados consistentes. Empresas que não olham para esse fator enfrentam mais dificuldade para manter equipes motivadas e conectadas. Por outro lado, quando o pertencimento é priorizado, o resultado aparece em colaboradores mais alinhados, produtivos e comprometidos com o crescimento do negócio. Fortaleça o pertencimento na sua empresa Vá além das práticas tradicionais e ofereça benefícios flexíveis que realmente fazem sentido para cada colaborador. Com a Benê, você conta com uma plataforma simples, zero taxa de adesão e atendimento 100% humanizado para transformar a experiência da sua equipe. Fortaleça o pertencimento da sua equipe, fale com um especialista Benê.

Liderança diante da nova geração: como preparar sua gestão para um novo perfil de profissionais

Liderança diante da nova geração: como preparar sua gestão para um novo perfil de profissionais. A Benê é o melhor cartão multibenefício corporativo, com bandeira Visa e aceitação ampla na vida real.

A liderança nunca foi tão desafiadora quanto agora. Com a entrada da nova geração no mercado, muitas empresas se perguntam: como engajar profissionais que pensam, consomem e trabalham de forma tão diferente? Se você sente que sua equipe já não responde da mesma forma às práticas tradicionais de gestão, não está sozinho. A Benê entende esse cenário e sabe que, mais do que cobrar resultados, é preciso criar um ambiente que faça sentido para as pessoas. A nova geração no mercado de trabalho Atualmente, o ambiente corporativo é um caldeirão geracional. A convivência entre a Geração X, Millennials (Geração Y) e a Geração Z exige uma gestão adaptável. Os profissionais que estão entrando agora no mercado trazem uma bagagem digital nativa e uma visão de mundo onde o trabalho deve se adaptar à vida, e não o contrário. A liderança que entende as diferenças entre gerações deixa de apagar conflitos e passa a construir conexões mais estratégicas dentro das equipes. Benefícios de uma equipe multigeracional Apostar na diversidade de cada geração traz vantagens competitivas reais: Flexibilidade de horário A nova geração tende a ser mais adaptável e flexível em relação à forma como trabalha. Em vez de se prenderem a horários rígidos, esses profissionais se organizam de acordo com sua rotina e picos de produtividade, equilibrando demandas pessoais e profissionais com mais fluidez. Inovação Trabalhar em ambientes que incentivam novas ideias e valorizam a criatividade é essencial para essa geração. Os profissionais querem sentir que fazem parte de algo em constante evolução, onde suas contribuições geram impacto real. Estruturas muito engessadas tendem a afastar esse perfil mais dinâmico. Agilidade digital Crescer em um mundo conectado faz com que esses profissionais esperem processos rápidos, ferramentas eficientes e menos burocracia. Sistemas lentos ou fluxos complexos impactam diretamente a experiência no trabalho. A digitalização não é mais diferencial, é o básico esperado. Troca de experiência Mais do que hierarquia, a nova geração valoriza ambientes colaborativos. A possibilidade de aprender com diferentes perfis, compartilhar conhecimento e participar de decisões fortalece o senso de pertencimento e acelera o desenvolvimento profissional. Autonomia na rotina Ter liberdade para tomar decisões e conduzir atividades sem microgestão é um fator decisivo. Esses profissionais buscam confiança e protagonismo no dia a dia. Quando a empresa oferece autonomia, ela estimula inovação, responsabilidade e engajamento de forma natural. Desafios da gestão moderna Esse cenário ajuda a explicar por que esses pontos ganham tanta relevância na prática. Quando falamos que a nova geração valoriza flexibilidade, inovação, agilidade digital, troca de experiência e autonomia, não se trata de preferência superficial, mas de fatores diretamente ligados à permanência desses profissionais nas empresas. Liderar jovens não é tarefa simples. Uma pesquisa da Deloitte (2023) revelou um dado alarmante: 49% dos profissionais da Geração Z e 44% dos millennials consideraram abandonar seus empregos nos próximos dois anos. Os principais motivos? A falta de propósito e o desequilíbrio entre vida pessoal e carreira. É justamente aí que os desafios da liderança se conectam: No fim, esses tópicos deixam de ser tendências e passam a ser respostas diretas a um problema real: reter, engajar e desenvolver profissionais que já não aceitam modelos tradicionais de gestão. Como superar esses desafios na gestão A boa notícia é que existem caminhos claros para evoluir a gestão e se conectar melhor com a nova geração: Invista em escuta ativa e feedback constante A nova geração valoriza ser ouvida. Criar espaços reais de diálogo, com feedbacks frequentes e transparentes, fortalece a confiança e evita desalinhamentos. Não se trata apenas de avaliar desempenho, mas de entender expectativas, dificuldades e motivações. Uma gestão que escuta consegue agir antes que o problema vire desligamento. Ofereça mais autonomia e confiança Dar autonomia significa confiar na capacidade de entrega e permitir que cada pessoa encontre a melhor forma de executar suas atividades. Isso aumenta o senso de responsabilidade, estimula a inovação e fortalece o engajamento. Revise os benefícios oferecidos Benefícios tradicionais nem sempre atendem às necessidades individuais. É aqui que entra uma oportunidade estratégica: oferecer benefícios que promovam mais liberdade e autonomia para os profissionais, acompanhando diferentes estilos de vida e prioridades. Com a Benê, sua empresa consegue tornar a experiência do colaborador mais alinhada às expectativas da nova geração. Adapte políticas internas para maior flexibilidade Modelos rígidos já não acompanham a realidade atual. Rever políticas de jornada, formato de trabalho e até regras internas pode fazer toda a diferença na experiência do colaborador. Flexibilidade não significa falta de controle, mas sim adaptação inteligente para manter produtividade e bem-estar em equilíbrio. Promova o equilíbrio da vida pessoal com a profissional A nova geração não enxerga mais o trabalho como o centro absoluto da vida, mas como uma parte que precisa coexistir de forma saudável com outras prioridades. Por isso, incentivar o equilíbrio entre vida pessoal e carreira é essencial para manter o engajamento e evitar o desgaste. Respeitar limites, oferecer flexibilidade e estimular uma rotina mais sustentável são atitudes que refletem diretamente na produtividade e na satisfação dos profissionais. Desenvolva lideranças preparadas para a nova geração Mais do que adaptar processos, é essencial evoluir quem lidera as equipes. Quando a liderança permanece presa a modelos rígidos, a tendência é aumentar o distanciamento com os profissionais. Já líderes mais preparados conseguem ler melhor as mudanças de comportamento, ajustar a forma de gestão e tomar decisões mais coerentes com o cenário atual. Isso se reflete em relações mais próximas, maior engajamento e um ambiente de trabalho mais conectado com a realidade da nova geração. Confira mais dicas de RH: https://bene.com.vc/rh-da-empresa-funcoes-habilidades-e-importancia/ A importância de estar preparado para a nova geração Ignorar as transformações no perfil da nova geração impacta diretamente a forma como a empresa cresce e se posiciona no mercado. Quando não há adaptação, surgem desalinhamentos, perda de competitividade e dificuldades em manter equipes consistentes. Empresas que entendem pessoas evoluem mais rápido do que aquelas que insistem em modelos antigos. Empresas que compreendem esse movimento conseguem se antecipar às mudanças, ajustar sua gestão com mais precisão e construir relações profissionais mais

Recrutamento e seleção: como estruturar um processo eficiente e atrair os melhores talentos

Recrutamento e seleção: como estruturar um processo eficiente e atrair os melhores talentos. A Benê é o melhor cartão multibenefício corporativo, com bandeira Visa e aceitação ampla na vida real.

Recrutamento e seleção é um dos maiores desafios dentro das empresas hoje. Afinal, como encontrar a pessoa certa em meio a tantas candidaturas? Como equilibrar agilidade com qualidade no processo seletivo? E, principalmente, como garantir que essa contratação realmente faça sentido no longo prazo? Se você atua com gestão de pessoas, provavelmente já sentiu essa pressão. Um processo seletivo desalinhado pode gerar retrabalho, aumentar custos e até impactar o clima da equipe. A Benê sabe que estruturar um bom recrutamento e seleção nem sempre é simples. São muitas etapas, decisões importantes e a responsabilidade de escolher alguém que realmente faça a diferença no time. Por isso, contar com processos mais organizados, tecnologia e uma boa experiência para os candidatos deixa de ser um diferencial e passa a ser essencial. O que é recrutamento e seleção? Recrutamento e seleção são etapas fundamentais dentro da gestão de pessoas, responsáveis por atrair, identificar e contratar profissionais para uma vaga. Em um cenário cada vez mais competitivo, estruturar bem esse processo deixou de ser apenas uma tarefa operacional e passou a ser estratégico para o crescimento das empresas. Recrutamento atrai talentos. Seleção identifica quem realmente faz sentido para a vaga. Diferença entre recrutamento e seleção na prática Embora estejam conectados, recrutamento e seleção possuem funções bem distintas no dia a dia: Na prática, isso significa que uma empresa pode ter muitas candidaturas, mas ainda assim enfrentar dificuldades na seleção se não tiver critérios bem definidos. Objetivos do recrutamento e seleção O principal objetivo é simples: encontrar a pessoa certa para a vaga certa. Mas, na prática, isso envolve outros pontos importantes: Empresas que estruturam bem seu recrutamento e seleção conseguem transformar esse processo em uma vantagem competitiva. Tipos de recrutamento Atrair os talentos certos começa pela escolha da estratégia de recrutamento. A imagem a seguir apresenta os principais modelos e como cada um contribui para formar equipes mais alinhadas. Quem é responsável pelo processo? O recrutamento e seleção geralmente é conduzido pelo RH, mas não é uma responsabilidade isolada dentro da empresa. O time de Recursos Humanos é responsável por estruturar o processo seletivo, definir etapas, conduzir a triagem inicial e garantir uma boa experiência para os candidatos ao longo da jornada. Também atua como facilitador, alinhando expectativas e garantindo que o processo seja organizado e eficiente. Por outro lado, os gestores têm um papel estratégico. São eles que conhecem a fundo as demandas da área, as competências técnicas necessárias e o perfil comportamental ideal para a vaga. Além disso, costumam participar das entrevistas finais e têm grande influência na decisão de contratação. Quando há alinhamento entre RH e liderança desde o início, o processo seletivo se torna muito mais assertivo. Etapas do processo seletivo Um processo seletivo bem estruturado costuma seguir algumas etapas: Planejamento Aqui é onde tudo começa. A empresa define o que realmente precisa, tanto em termos técnicos quanto comportamentais. Quanto mais claro for esse direcionamento, menores as chances de desalinhamento ao longo do processo. Divulgação Não adianta apenas abrir a vaga, é preciso saber onde divulgá-la. Escolher os canais certos aumenta a qualidade das candidaturas e melhora o alcance entre profissionais mais aderentes ao perfil. Triagem Com as candidaturas recebidas, é hora de filtrar os perfis. O objetivo é identificar rapidamente quem atende aos requisitos básicos e pode avançar no processo seletivo. Entrevistas e testes Essa etapa aprofunda a análise. As entrevistas ajudam a entender o comportamento e a experiência do candidato, enquanto os testes validam conhecimentos técnicos e habilidades práticas. Contratação Após a escolha, é feita a proposta formal. Com a aceitação, começa o onboarding, etapa essencial para integrar o novo colaborador e garantir uma adaptação mais rápida e eficiente. Principais desafios do recrutamento e seleção Mesmo com estrutura, alguns desafios são comuns: Esses pontos podem impactar diretamente a imagem da empresa no mercado. Transparência nas Candidaturas Um ponto de atenção crucial durante a triagem é a veracidade das informações. Um levantamento da Robert Half, realizado com 774 profissionais no Brasil, revela um cenário complexo: Esses dados reforçam a importância de uma etapa de seleção criteriosa, com testes práticos e checagem de referências. Dicas para melhorar o recrutamento e seleção Quer tornar seu processo mais eficiente e estratégico? Algumas práticas fazem toda a diferença: Invista em employer branding Como sua empresa é vista pelos candidatos? Uma marca empregadora forte comunica propósito, cultura e benefícios de forma clara. Isso atrai profissionais mais alinhados e reduz candidaturas desalinhadas, tornando o processo seletivo mais assertivo. Seja claro na descrição da vaga Uma boa descrição evita ruídos. Detalhar responsabilidades, requisitos e expectativas ajuda o candidato a entender se faz sentido se candidatar, o que melhora a qualidade das candidaturas e economiza tempo na triagem. Torne a vaga atrativa oferecendo benefícios Além do salário, os benefícios têm um peso cada vez maior na decisão dos candidatos. Oferecer opções flexíveis e alinhadas às necessidades do colaborador pode ser um diferencial competitivo importante. Nesse cenário, a Benê ajuda empresas a tornarem suas vagas mais atrativas com benefícios flexíveis, permitindo que cada colaborador tenha autonomia para utilizar os valores dentro das categorias que fazem mais sentido para sua rotina e momento de vida. Isso aumenta a percepção de valor do benefício, melhora a satisfação e torna a empresa mais competitiva já nas primeiras etapas do recrutamento e seleção, com o apoio de um atendimento 100% humanizado ao longo da jornada. Atraia talentos com benefícios flexíveis, fale com um especialista Benê. Use tecnologia a seu favor Ferramentas de recrutamento ajudam a organizar candidaturas, automatizar etapas e melhorar a comunicação com os candidatos. Isso traz mais eficiência e reduz o risco de erros ao longo do processo. Ofereça uma boa experiência Desde o primeiro contato até o feedback final, cada interação impacta a percepção do candidato sobre a empresa. Um processo seletivo bem conduzido, com comunicação clara e respeito ao tempo das pessoas, fortalece a imagem da empresa no mercado. Confira mais dicas de RH: https://bene.com.vc/rh-da-empresa-funcoes-habilidades-e-importancia/ Atrair talentos não precisa ser um desafio maior do que deveria Se o

Dia das mães nas empresas: como transformar a data em apoio real às trabalhadoras

Dia das mães nas empresas: como transformar a data em apoio real às trabalhadoras. A Benê é o melhor cartão multibenefício corporativo, com bandeira Visa e aceitação ampla na vida real.

O Dia das mães nas empresas costuma ser marcado por homenagens e ações simbólicas. Mas será que isso é suficiente diante dos desafios reais que tantas mulheres enfrentam no mercado de trabalho? Quando olhamos para os dados e para a rotina das trabalhadoras, fica claro que essa data pode, e deve, ir muito além. Neste conteúdo, você vai entender a origem da data, o papel das mulheres no mercado, os impactos da maternidade na carreira e, principalmente, como as empresas podem atuar de forma mais estratégica e humana. Surgimento do Dia das Mães Muitos acreditam que a data tem um viés puramente comercial, mas sua origem é pautada pelo reconhecimento. Em 1904, Frank Hering, membro do corpo docente da Universidade de Notre Dame, fez o primeiro apelo público para criar um dia de honra às mães. Contudo, foi Anna Jarvis quem tornou o feriado uma realidade global. Após a morte de sua mãe, Jarvis organizou em 1908 as primeiras celebrações oficiais, escolhendo o segundo domingo de maio. O que começou como uma homenagem pessoal transformou-se em um movimento que, hoje, ganha contornos sociais importantes no ambiente profissional. O papel das mulheres no mercado de trabalho A presença feminina no mercado de trabalho cresceu de forma significativa nas últimas décadas. Hoje, as mulheres ocupam posições estratégicas, lideram equipes e contribuem diretamente para o crescimento das empresas. Esse avanço, no entanto, ainda não acontece de forma igualitária. Barreiras estruturais seguem presentes e impactam diretamente a trajetória profissional das mulheres. Dados mostram esse cenário com clareza. Segundo a FESA Group, 86,1% das mulheres acreditam que existe um modelo ideal de liderança baseado em comportamentos masculinos. Isso evidencia como a cultura organizacional pode dificultar a ascensão feminina, especialmente em cargos de liderança. Além disso, fatores como vieses inconscientes, redes de influência e a própria maternidade continuam influenciando o crescimento profissional das mulheres, reforçando desigualdades que ainda fazem parte do ambiente corporativo. Maternidade e trabalho Falar sobre maternidade e trabalho é falar sobre equilíbrio, e muitas vezes sobre sobrecarga. De acordo com um estudo da FESA Group, 59,1% das mulheres que são mães afirmam que tiveram suas carreiras impactadas pela maternidade. E esse impacto vai muito além da gestão do tempo. Ele aparece em situações concretas como: Esse mesmo estudo revela que 30,8% das mulheres apontam a maternidade como um fator que dificulta a chegada a cargos de liderança. Desigualdade e dupla jornada A realidade de muitas mães é marcada pela chamada dupla jornada. Afinal, como conciliar demandas profissionais com os cuidados com os filhos sem apoio adequado? A pesquisa “Mães 2025”, da Catho, revela que: O problema não está apenas na rotina das mães, mas também nas estruturas que ainda perpetuam desigualdade. Como ir além das homenagens e apoiar mães nas empresas Diante desse cenário, o Dia das mães nas empresas pode ser uma oportunidade estratégica para repensar práticas e promover mudanças reais: Estruturas de apoio à primeira infância Oferecer suporte relacionado aos cuidados com os filhos pequenos é uma forma direta de reduzir a sobrecarga das mães no dia a dia. Parcerias com creches próximas ou até a disponibilização de espaços próprios dentro da empresa ajudam a trazer mais segurança e tranquilidade, impactando positivamente a produtividade e o bem-estar das colaboradoras. Acolhimento no retorno da licença-maternidade O retorno ao trabalho após a licença-maternidade é um dos momentos mais sensíveis da jornada profissional. Criar programas estruturados com acompanhamento, escuta ativa e até mentorias pode facilitar essa transição, reduzindo inseguranças e aumentando o engajamento das mães nesse período. Valorize as mães com benefícios flexíveis Uma das formas mais eficazes de demonstrar que a empresa realmente valoriza a maternidade e o trabalho é oferecer autonomia. Em vez de presentes genéricos, os benefícios flexíveis surgem como uma ferramenta poderosa de reconhecimento, permitindo que cada colaboradora escolha o que faz mais sentido para sua rotina e autocuidado. Nesse cenário, a categoria de Bem-Estar da Benê se destaca como um diferencial estratégico para as organizações. Com ela, a empresa proporciona liberdade para que as mães utilizem o saldo em: Mais do que uma transação financeira, oferecer o cartão Benê é proporcionar um dia especial para as mães. É uma forma tangível de a organização oferecer carinho e suporte, combatendo a exaustão da dupla jornada e mostrando que o bem-estar da colaboradora é prioridade. Modelos de trabalho mais flexíveis Flexibilidade deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade. Horários adaptáveis, jornadas híbridas ou remotas e maior autonomia na gestão do tempo são fatores que ajudam mães a conciliarem suas responsabilidades sem comprometer a entrega profissional. Transparência nos processos de crescimento A falta de clareza sobre promoções pode reforçar desigualdades. Quando critérios são bem definidos e acessíveis, as mães conseguem visualizar melhor suas possibilidades de crescimento, reduzindo percepções de injustiça e fortalecendo o engajamento. Incentivo à licença parental compartilhada Estimular a licença parental para homens é uma forma eficaz de equilibrar responsabilidades dentro de casa. Quando o cuidado com os filhos deixa de ser centralizado nas mães, o impacto na carreira feminina tende a diminuir, contribuindo para relações mais justas tanto no ambiente familiar quanto no corporativo. A importância de cuidar das mães no ambiente corporativo Valorizar as mães dentro das empresas não é apenas uma questão de reconhecimento, mas de estratégia e responsabilidade. A falta de apoio impacta diretamente a experiência dessas profissionais, refletindo em sobrecarga, queda de engajamento e até no afastamento do mercado. Cuidar das mães é cuidar da sustentabilidade do negócio e da equidade no ambiente de trabalho. Quando as empresas oferecem suporte real, criam um ambiente mais justo, onde essas profissionais conseguem se desenvolver sem precisar abrir mão da carreira. Esse cuidado fortalece a cultura organizacional, melhora a retenção de talentos e contribui para relações mais saudáveis e produtivas no dia a dia. Flexibilidade que se adapta à rotina das mães A rotina de uma mãe não é fixa, e os benefícios também não deveriam ser. Com a Benê, sua empresa garante acesso a categorias como saúde, educação, mobilidade, home office, cultura

Arranjo de pagamento: entenda como as transações acontecem

Arranjo de pagamento: entenda como as transações acontecem. A Benê é o melhor cartão multibenefício corporativo, com bandeira Visa e aceitação ampla na vida real.

No dinamismo do mercado atual, a forma como consumimos e transferimos valores mudou drasticamente. Por trás de cada compra com cartão ou transferência via app, existe uma estrutura complexa e regulada que garante a segurança das transações: o arranjo de pagamento. Se você atua com gestão, financeiro ou RH, entender esse conceito pode ajudar a tomar decisões mais estratégicas dentro da sua empresa. Afinal, escolher bem como o dinheiro circula impacta diretamente a experiência do colaborador e a eficiência operacional. O que é arranjo de pagamento O arranjo de pagamento é o conjunto de regras e procedimentos que define como uma transação financeira acontece entre as partes envolvidas. Em outras palavras, ele organiza como o dinheiro sai de um ponto e chega ao outro com segurança e padronização. Esses arranjos são responsáveis por viabilizar pagamentos com cartões, transferências eletrônicas e até soluções mais modernas como carteiras digitais. No Brasil, esses arranjos são regulados pelo Banco Central (BC), garantindo que o ecossistema financeiro seja interoperável, seguro e competitivo. Como funciona um arranjo de pagamento Para que uma transação aconteça com segurança e rapidez, o arranjo de pagamento conta com agentes específicos que desempenham funções distintas. Entenda o papel de cada um: Instituidor de Arranjo O Instituidor é a “entidade mestre” do ecossistema. Ele é a pessoa jurídica responsável por conceber o arranjo, estabelecer as regras de funcionamento, gerir a marca (bandeira) e garantir que todos os participantes sigam os padrões técnicos e de segurança. Instituição de Pagamento (IP) As IPs revolucionaram o setor financeiro ao permitir que empresas não bancárias oferecessem serviços de pagamento. Elas são fundamentais para a inclusão financeira e a modernização das transações. De acordo com as normas vigentes, uma IP pode atuar em frentes diferentes: Instituições Financeiras Embora as IPs tenham ganhado espaço, as Instituições Financeiras (bancos comerciais, múltiplos ou cooperativas de crédito) continuam sendo peças-chave no mercado. Tipos de Arranjos de Pagamento Existem duas categorias principais no mercado, definidas pela sua abrangência e restrição: Exemplos de arranjos de pagamento Para facilitar o entendimento, vale olhar para situações do dia a dia: Todos esses exemplos fazem parte de um arranjo de pagamento estruturado para garantir que as transações aconteçam sem atrito. Qual a relação entre arranjo de pagamento e o PAT? A relação entre os arranjos de pagamento e o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) passou por uma modernização recente. O objetivo foi abrir um mercado que antes era majoritariamente composto por arranjos fechados, onde o uso dos benefícios era restrito a redes credenciadas específicas de cada operadora. Essa mudança transformou o auxílio-alimentação em um arranjo aberto, similar ao funcionamento dos cartões de crédito convencionais, fomentando a inovação e a entrada de novos participantes no setor. Modernize sua operação de benefícios Se o mercado evoluiu, por que sua gestão de benefícios ainda não? Com a Benê, você adota um modelo mais flexível e alinhado aos novos arranjos de pagamento, garantindo mais liberdade para o colaborador e mais controle para o RH. Tudo isso com zero taxa de adesão e um atendimento 100% humanizado. Quer modernizar sua gestão de benefícios? Fale com um especialista da Benê.

Pressão no Trabalho: Como Equilibrar Eficiência e Saúde Mental

Pressão no Trabalho: Como Equilibrar Eficiência e Saúde Mental. A Benê é o melhor cartão multibenefício corporativo, com bandeira Visa e aceitação ampla na vida real.

A pressão no trabalho não é novidade no ambiente corporativo. Mas será que ela tem sido administrada da forma certa dentro da sua empresa? Quando metas aumentam, prazos encurtam e as demandas não param de crescer, o impacto vai muito além da produtividade e começa a afetar diretamente o bem-estar das pessoas. A Benê entende esse cenário de perto. Afinal, por trás de toda entrega existe um colaborador lidando com expectativas, cobranças e, muitas vezes, com o desafio de manter o equilíbrio emocional. E é exatamente por isso que falar sobre pressão no trabalho se tornou essencial para empresas que querem crescer de forma sustentável. O que é a pressão no trabalho? A pressão no trabalho é a sensação de urgência ou carga psicológica gerada pela necessidade de cumprir prazos, atingir metas complexas ou atender a expectativas elevadas. Embora uma dose moderada de desafio possa estimular o foco, o problema surge quando as demandas superam a capacidade de resposta do indivíduo, gerando estresse crônico. Quando constante, a pressão no trabalho deixa de motivar e passa a gerar desgaste. Tipos de pressão no ambiente corporativo A pressão pode se manifestar de diversas formas no ambiente de trabalho: Impactos da pressão no trabalho Ignorar a pressão no ambiente corporativo pode custar caro. E não estamos falando apenas de resultados. Na vida profissional: Na vida pessoal: Ou seja, a pressão no trabalho deixa de ser apenas uma questão operacional e passa a ser um risco estratégico para o negócio. Qual a relação com a NR-1? A atualização da NR-1 trouxe ainda mais atenção para os riscos psicossociais dentro das empresas. Isso significa que fatores como estresse, sobrecarga e ambientes com cobrança excessiva passam a exigir um olhar mais cuidadoso por parte das organizações. Isso inclui identificar fatores que possam prejudicar a saúde mental dos colaboradores, garantindo que o ambiente de trabalho seja seguro não apenas fisicamente, mas emocionalmente. Empresas que ignoram esse ponto não só comprometem o bem-estar dos colaboradores, como também se expõem a riscos legais e de reputação. O papel do RH O RH tem o papel fundamental de humanizar as relações de trabalho e monitorar o clima organizacional. É responsabilidade do setor oferecer ferramentas que ajudem o colaborador a mitigar os efeitos da pressão. É aqui que entram iniciativas como: Programas de saúde mental Devem ir além de ações pontuais, oferecendo suporte psicológico e promovendo um ambiente seguro para diálogo. Isso ajuda a reduzir os impactos da pressão no trabalho e fortalece o bem-estar da equipe. Desenvolvimento de lideranças Investir na formação de líderes mais preparados e empáticos ajuda a reduzir a pressão excessiva no dia a dia. Gestores bem desenvolvidos conseguem equilibrar cobranças, dar direcionamento claro e apoiar o time sem gerar sobrecarga desnecessária. Benefícios flexíveis voltados ao bem-estar Permitir que o colaborador direcione seus benefícios dentro de categorias como saúde e bem-estar fortalece o cuidado com a saúde mental. A Benê apoia essa gestão de forma prática, incentivando escolhas mais alinhadas ao dia a dia. Acompanhamento individual Reuniões frequentes entre líderes e colaboradores ajudam a identificar sinais de sobrecarga, alinhar expectativas e ajustar demandas. Esse contato próximo permite agir antes que a pressão no trabalho se torne um problema maior. Confira mais dicas de RH: https://bene.com.vc/rh-da-empresa-funcoes-habilidades-e-importancia/ Como lidar com a pressão no trabalho? A pressão nem sempre pode ser eliminada, principalmente em ambientes com alta demanda e metas desafiadoras. Mas isso não significa que ela precise ser prejudicial. Algumas práticas ajudam nesse processo: Invista em inteligência emocional Desenvolver a capacidade de reconhecer e gerenciar emoções permite lidar melhor com momentos de pressão, trazendo mais equilíbrio nas reações e evitando decisões impulsivas. Com isso, o colaborador consegue manter a clareza mesmo em cenários desafiadores, reduzindo o estresse no dia a dia. Desenvolver autoconhecimento para identificar limites Ter consciência dos próprios limites ajuda a evitar sobrecarga e a reconhecer sinais de cansaço antes que eles se agravem. Esse entendimento facilita escolhas mais saudáveis e contribui para uma rotina mais sustentável. Organizar prioridades de forma realista Definir o que realmente é urgente e importante evita acúmulo de tarefas e sensação constante de pressão. Uma boa organização permite distribuir melhor o tempo e aumenta a qualidade das entregas. Praticar comunicação clara com a liderança Manter um diálogo aberto com a liderança ajuda a alinhar expectativas e ajustar demandas quando necessário. Isso reduz ruídos, evita cobranças excessivas e fortalece uma relação de confiança no ambiente de trabalho. Reduzir a pressão no trabalho começa com as escolhas certas Se a sua empresa busca mais equilíbrio entre produtividade e bem-estar, é hora de olhar para os benefícios de forma estratégica. Com a Benê, você oferece categorias como saúde e bem-estar e dá autonomia para o colaborador investir no que realmente faz sentido. Tudo isso com uma gestão simples, zero taxa de adesão e um atendimento 100% humanizado. Fale com um especialista da Benê e descubra como levar mais equilíbrio para a sua equipe.

Feriados de abril em 2026: Confira o calendário e organize sua empresa

Feriados de abril em 2026: Confira o calendário e organize sua empresa. A Benê é o melhor cartão multibenefício corporativo, com bandeira Visa e aceitação ampla na vida real.

Os feriados de abril são sempre um ponto de atenção para empresas que querem manter a produtividade sem comprometer o bem-estar do time. O equilíbrio entre descanso, operação e resultados exige planejamento, principalmente em meses com datas importantes no calendário. Se você atua com gestão de pessoas ou lidera uma equipe, entender esses impactos é essencial para evitar imprevistos e manter a organização. Neste conteúdo, você vai ver quais são os feriados de abril de 2026 e como se preparar de forma estratégica. Quais são os feriados de abril? Este ano, o mês conta com dois grandes feriados nacionais e algumas datas regionais importantes que podem estender o recesso em estados específicos. Confira os principais destaques: Feriados nacionais Feriados estaduais e locais Além dos feriados nacionais, algumas datas regionais também merecem atenção no calendário: Essas datas podem gerar diferentes impactos conforme a localização da empresa ou dos colaboradores. Como sua empresa pode se organizar para os feriados de abril? O excesso de pausas pode ser um desafio para a gestão de processos, mas com planejamento, é possível transformar os feriados de abril em uma oportunidade de engajamento. Confira algumas dicas: Planejamento Antecipado do Calendário Mais do que apenas identificar os feriados no calendário, o ideal é estruturar uma comunicação clara e alinhada. Informe com antecedência mínima de 15 dias sobre possíveis emendas, alterações no horário de funcionamento ou pausas nas operações. Esse alinhamento deve envolver tanto o time interno quanto clientes e parceiros. Dessa forma, todos conseguem se organizar, evitando ruídos, atrasos e expectativas desalinhadas. Além disso, documentar essas definições ajuda o RH e a liderança a manterem consistência nas decisões. Gestão de Prazos Feriados próximos ao início ou meio da semana exigem atenção redobrada no planejamento das entregas. Evitar prazos críticos nesses períodos reduz riscos de atrasos e retrabalho. O ideal é antecipar demandas estratégicas para a semana anterior, redistribuir tarefas e garantir que cada responsável tenha clareza sobre suas entregas. Esse cuidado mantém o fluxo de trabalho mais previsível e evita acúmulo de atividades no retorno do feriado. Escalas de Revezamento Se o seu negócio não pode parar, como no caso do varejo ou de serviços essenciais, organizar escalas de revezamento é indispensável. A ideia é distribuir as folgas de forma estratégica para que a operação continue fluida, sem sobrecarregar nenhum colaborador. Um bom planejamento considera a demanda de cada período, evita concentração de folgas no mesmo dia e garante que todas as funções estejam cobertas. Além disso, alinhar essas escalas com antecedência traz mais previsibilidade para o time e reduz riscos de conflitos ou faltas inesperadas. Sempre que possível, vale incluir certa flexibilidade na escolha das folgas. Isso contribui para o engajamento e ajuda a manter um clima mais equilibrado, mesmo em períodos com maior necessidade de organização. Mais flexibilidade para o seu time nos feriados Feriados não precisam ser sinônimo de desorganização. Com benefícios flexíveis da Benê, você oferece mais autonomia para os colaboradores e mantém a operação equilibrada. Além disso, o colaborador pode investir na categoria que preferir para aproveitar o feriado da forma que fizer mais sentido para ele. Tudo isso com uma plataforma simplificada, zero taxa de adesão e atendimento 100% humanizado. Fale com um especialista da Benê e descubra como organizar seus feriados com mais eficiência e flexibilidade.

RH estratégico na prática: o que é, pilares e como aplicar na sua gestão

RH estratégico na prática: o que é, pilares e como aplicar na sua gestão. A Benê é o melhor cartão multibenefício corporativo, com bandeira Visa e aceitação ampla na vida real.

O seu RH ainda está focado só no operacional ou já atua como peça-chave no crescimento do negócio? Essa é uma pergunta que muitos gestores começam a se fazer quando percebem que a gestão de pessoas pode ir muito além de processos burocráticos. A Benê entende que esse processo não é simples. Transformar o RH em uma área mais estratégica exige mudanças na gestão, adaptação do time e mais segurança na hora de tomar decisões. Se você sente que o seu time poderia contribuir mais para decisões importantes e gerar impacto real nos resultados, este conteúdo vai te ajudar a enxergar novos caminhos. É aqui que entra o conceito de RH estratégico. O que é RH estratégico O RH estratégico é a atuação do setor de Recursos Humanos alinhada diretamente aos objetivos do negócio. Mais do que executar rotinas operacionais, como folha de pagamento e admissões, o RH passa a ter um papel ativo na gestão, contribuindo com análise de dados, planejamento e direcionamento para decisões mais assertivas. Essa mudança permite que a área se conecte de forma mais profunda com os resultados da empresa. O RH estratégico conecta pessoas, dados e decisões para impulsionar o negócio. Na prática, isso significa que o RH deixa de atuar apenas no operacional e assume uma posição mais consultiva e analítica, apoiando lideranças, antecipando cenários e contribuindo para o crescimento sustentável da organização. Pilares do RH estratégico Para sustentar uma gestão eficiente, o RH estratégico se apoia em quatro pilares fundamentais: Alinhamento com o negócio O RH deve traduzir os objetivos da empresa em práticas de gestão de pessoas. Isso significa transformar metas organizacionais em ações concretas, como planejamento de contratações, desenvolvimento de competências e definição de indicadores que acompanhem o desempenho do time. Cultura e engajamento Criar um ambiente onde os colaboradores se sintam parte do propósito faz toda a diferença. Uma cultura forte, alinhada aos valores da empresa, aumenta o engajamento, fortalece o senso de pertencimento e impacta diretamente na motivação e na retenção de talentos. Visão estratégica do negócio Ter uma visão estratégica do negócio significa enxergar além das demandas imediatas e compreender como a gestão de pessoas impacta diretamente os resultados da empresa. O RH passa a atuar com foco no longo prazo, antecipando necessidades, identificando oportunidades e contribuindo para decisões que sustentem o crescimento e a competitividade do negócio. Desenvolvimento de talentos Investir no crescimento contínuo dos colaboradores é essencial para manter a empresa competitiva. Ao desenvolver habilidades e suprir lacunas de competência, o RH fortalece o time, prepara futuras lideranças e garante que o negócio esteja pronto para novos desafios. Objetivos do RH estratégico Você já parou para pensar no que o RH pode influenciar dentro da sua empresa? Os principais objetivos incluem: Ou seja, o foco deixa de ser apenas operacional e passa a ser resultado. Ações para implementar um RH estratégico Transformar o RH não acontece do dia para a noite, mas algumas ações já fazem diferença: Aproxime-se do negócio Para ser estratégico, o RH precisa entender profundamente os objetivos, desafios e metas da empresa. Estar próximo das lideranças e participar das decisões permite alinhar a gestão de pessoas às necessidades reais do negócio e gerar mais impacto nos resultados. Invista em tecnologia Ferramentas de gestão ajudam a automatizar processos operacionais e reduzem retrabalho no dia a dia. Com isso, o time de RH ganha mais tempo e autonomia para focar em análise, planejamento e decisões que realmente impactam o negócio. Acompanhe indicadores Sem análise de dados, não existe estratégia. Monitorar indicadores como turnover, absenteísmo e engajamento permite identificar padrões, antecipar problemas e tomar decisões mais assertivas, sempre com base em informações confiáveis. Desenvolva lideranças Um RH estratégico depende de gestores preparados. Investir no desenvolvimento das lideranças garante uma gestão mais alinhada, melhora a comunicação com os times e fortalece a cultura organizacional. Promova uma cultura de feedback Ambientes onde o feedback é constante tendem a ser mais transparentes e produtivos. Estimular conversas abertas contribui para o desenvolvimento dos colaboradores, aumenta o engajamento e melhora os resultados da empresa como um todo. Benefícios do RH estratégico Adotar um RH estratégico traz impactos reais para a empresa, especialmente quando a gestão de pessoas passa a estar conectada às decisões do negócio. Com uma atuação mais analítica e próxima das lideranças, o RH contribui para decisões mais assertivas, aumenta a produtividade do time, reduz custos desnecessários e fortalece o clima organizacional. O resultado é um crescimento mais consistente e sustentável ao longo do tempo. Um RH estratégico não só melhora processos, ele impulsiona resultados e sustenta o crescimento do negócio. Mais estratégia, menos burocracia no seu RH Reduzir o operacional é essencial para evoluir a gestão de pessoas. A Benê apoia sua empresa com uma plataforma simplificada, atendimento humanizado e benefícios flexíveis que facilitam o dia a dia e fortalecem a cultura organizacional. Fale com um especialista da Benê e leve mais estratégia para o seu RH.

Pedi demissão, tenho direito ao FGTS? Entenda as regras de saque

Pedi demissão, tenho direito ao FGTS? Entenda as regras de saque. A Benê é o melhor cartão multibenefício corporativo, com bandeira Visa e aceitação ampla na vida real.

Tomar a decisão de sair de um emprego nunca é simples. E no meio desse processo, uma dúvida aparece com frequência: pedi demissão, posso sacar o FGTS? Se você trabalha com RH ou está passando por esse momento, entender as regras evita ruídos e ajuda a tomar decisões mais seguras. Afinal, ninguém quer surpresas quando o assunto é dinheiro, certo? O que é FGTS? O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) funciona como uma reserva financeira para o trabalhador. Todos os meses, o empregador deposita o valor correspondente a 8% do salário bruto em uma conta aberta na Caixa Econômica Federal em nome do funcionário. Esse montante não é descontado do seu pagamento; é uma obrigação da empresa para garantir uma proteção futura ao trabalhador em casos específicos, como demissão sem justa causa ou doenças graves. Afinal, pedi demissão, tenho direito ao FGTS? A resposta curta é: você tem direito ao saldo, mas não pode sacá-lo imediatamente, salvo exceções legais. Ao pedir demissão, você mantém a propriedade do dinheiro que está na conta, mas perde o direito ao saque-rescisão e à multa de 40%. Ou seja, o valor fica “preso” na conta do FGTS, rendendo juros e correção monetária, mas você não pode retirá-lo no momento da saída da empresa. Quem tem direito ao saque do FGTS? O saque integral do FGTS é liberado em situações específicas previstas em lei, tais como: O que é a demissão por comum acordo A demissão por comum acordo é uma alternativa legal que permite um meio-termo entre o pedido de saída e a dispensa por parte da empresa. Nessa negociação amigável, o trabalhador conquista o direito de sacar até 80% do saldo do fundo de garantia que está na conta e recebe uma multa reduzida de 20% sobre o total. Pode ser uma alternativa, a depender da situação do trabalhador, embora essa escolha impeça o recebimento das parcelas do seguro-desemprego, exigindo uma análise cautelosa antes da assinatura do acordo. Como saber se o FGTS está sendo pago corretamente Para garantir que seu patrimônio está sendo construído mês a mês, o trabalhador deve utilizar o aplicativo FGTS ou o site da Caixa Econômica para consultar o extrato detalhado. Através dessas ferramentas, é possível conferir se a empresa realizou os depósitos de 8% rigorosamente todos os meses e se os valores batem com o salário recebido O que acontece com o saldo do FGTS quando eu peço demissão? Quando ocorre a demissão, mas o pedido parte do funcionário, a conta se torna uma conta inativa. O dinheiro continua lá, pertencendo a você, mas o status da conta muda para “inativa” porque não recebe mais depósitos daquele empregador específico. Como sacar o FGTS retido? Se você pediu demissão e o seu dinheiro ficou retido, existem algumas formas legais de movimentar esse valor: Em quanto tempo após a demissão o FGTS pode ser sacado O prazo para a liberação do dinheiro depende diretamente da modalidade da sua saída. Nos casos em que o trabalhador tem direito ao saque imediato, como na demissão sem justa causa ou no comum acordo, a empresa tem até dez dias corridos, contados a partir do término do contrato, para enviar as informações ao sistema da Caixa e pagar as verbas rescisórias. Após essa comunicação e a liberação da chave de saque pelo empregador, o valor costuma cair na conta indicada pelo trabalhador em um prazo médio de cinco dias úteis. Já para quem pede demissão voluntariamente, não existe um prazo de saque imediato, pois o saldo fica retido na conta inativa. Nesse cenário, o acesso ao dinheiro só acontece quando o trabalhador atende a outros critérios legais citados no tópico anterior. Confira mais dicas de RH: https://bene.com.vc/rh-da-empresa-funcoes-habilidades-e-importancia/ Retenha talentos antes que seja tarde Evite que o seu funcionário tenha que pedir demissão por falta de valorização. Já pensou quantas saídas poderiam ser evitadas com uma estratégia mais alinhada às necessidades do time? Com a Benê, sua empresa oferece benefícios flexíveis que garantem mais autonomia ao colaborador, aumentando a satisfação e o engajamento no dia a dia. Tudo isso com uma plataforma simplificada, sem taxa de adesão e com atendimento 100% humanizado. Quer reter seus talentos de forma inteligente? Fale com um especialista Benê.

Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso site. Para mais informações, visite nossa Política de Privacidade.