O mercado de vale-benefícios no Brasil acaba de entrar em uma nova era. O Governo Federal aprovou mudanças profundas nas regras do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) que prometem sacudir o setor. O objetivo é claro: aumentar a competitividade e acabar com o monopólio das operadoras tradicionais que hoje dominam 80% do mercado.
Para as empresas e para o RH, essas mudanças representam um ganho direto na liberdade de escolha e, principalmente, na satisfação do colaborador, que terá seu benefício de alimentação aceito em muito mais lugares.
1. O Fim da Exclusividade: “Aceitamos Todos os Cartões”
Uma das maiores mudanças é o fim do isolamento das bandeiras. Até então, era comum encontrar estabelecimentos que aceitavam apenas um tipo de ticket devido a acordos de exclusividade.
- O que muda: Agora, se um restaurante ou supermercado aceitar um cartão benefício, ele terá que aceitar todos.
- O impacto real: Hoje, cerca de 74% dos estabelecimentos no Brasil não aceitam vouchers. Com essa nova regra, o governo espera que o número de locais que aceitam o benefício salte de 743 mil para 1,8 milhão.
- Benefício para o colaborador: O fim do “aceitamos apenas o cartão X” significa que o seu time terá muito mais liberdade para escolher onde almoçar ou fazer compras.
2. Mais Dinheiro e Menos Taxas para o Comércio
As novas regras também olham para o outro lado da moeda: os estabelecimentos comerciais (restaurantes e mercados). Para que eles aceitem mais o benefício, o sistema precisa ser justo.
2.1. Prazo de Pagamento Reduzido pela Metade
Antes, quando um colaborador passava o cartão, o estabelecimento demorava até 30 dias para receber o valor. Agora, esse prazo diminuiu para 15 dias.
- Isso aumenta o fluxo de caixa dos restaurantes e evita que as empresas de benefícios lucrem “segurando” o dinheiro por muito tempo.
2.2. Teto para as Taxas de Comissão
Muitas empresas de tickets cobravam taxas de até 7% sobre cada transação do lojista. Esse custo alto fazia com que muitos lugares desistissem de aceitar os cartões.
- O novo decreto estabelece um teto de 3,6% para essa comissão. Com taxas menores, mais estabelecimentos se sentirão motivados a entrar no sistema.
3. Como o RH deve se preparar para a transição?
Embora as mudanças já estejam aprovadas, existe um tempo de transição para que o mercado se ajuste. O RH precisa estar atento a dois pontos principais:
- Revisão de Contratos: É o momento de avaliar se sua operadora atual está preparada para essa abertura de mercado ou se ela ainda depende de modelos de exclusividade que vão cair por terra.
- Escolha pela Tecnologia: Com o fim das taxas abusivas e dos monopólios, o critério de escolha do RH deve ser a tecnologia e a experiência do usuário.
Por que a Benê já está à frente dessas mudanças?
Enquanto o mercado tradicional precisa “correr” para se ajustar, a Benê já nasceu dentro desse modelo moderno e sem amarras.
- Bandeira Visa: Nós não dependemos de redes credenciadas fechadas. Nosso cartão já nasce com ampla aceitação, sendo aceito em milhões de estabelecimentos que já aceitam a bandeira Visa.
- Foco no Colaborador: Nossa plataforma de multibenefícios oferece a flexibilidade que o governo agora quer tornar regra, unindo alimentação, refeição e outras categorias em um só lugar.
- Transparência: Sem taxas ocultas para o RH e com uma proposta de valor focada em facilitar a vida de quem gere e de quem usa os benefícios.
Sua empresa está pronta para a nova era dos benefícios?
O mercado mudou e o poder de escolha agora está nas mãos do RH e do colaborador. Não fique preso a modelos antigos que limitam onde seu time pode comer.
Quer saber como adaptar seus benefícios às novas regras do PAT e oferecer mais liberdade para sua equipe?