Sua empresa promove educação financeira aos colaboradores? Se não, deveria começar

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Todos nós devemos ter uma boa educação financeira, pois ela traz bem-estar e um futuro mais pleno. As empresas devem promover uma educação financeira aos funcionários porque isso garante que eles fiquem mais tranquilos em relação às suas rendas e motivados, afinal de contas não se preocupam todos os dias com os boletos e têm mais tempo para se dedicar ao trabalho. Este não é um conteúdo que estamos habituados a ver no sistema educacional, por exemplo, por isso cabe à empresa dar esse suporte aos funcionários, mesmos para aqueles que tenham ganhos mais modestos, pois será benéfico a todos, visto que a educação financeira promove independência e novas metas para o futuro. Se você nunca pensou em oferecer um programa de educação financeira para os funcionários, leia este texto, ele te auxiliará a tratar este tema no meio empresarial e fará com que você perceba a importância de ter funcionários engajados com a educação financeira. Promover a educação financeira na sua empresa irá engajar os funcionários e proporcionar um ambiente de trabalho mais agradável. | Foto: Freepik. A educação financeira permite que problemas como “gastar mais do que ganha” e “nunca ter dinheiro para nada” se encerrem de uma vez por todas. Formada por quatro pilares, a educação financeira envolve reconhecer, registrar, revisar e realizar. Você sabe o que cada um significa? O primeiro passo para começar nesta jornada é reconhecer que há um problema. Analise seus gastos e, desta forma, você terá um panorama de onde e como seguir. Depois, registre tudo aquilo que você gasta e não exclua os gastos com lazer, pois eles são importantes para os momentos de descanso e para a saúde mental. O ato de revisar sempre as contas é importante pois impede que imprevistos ocorram e ajuda na identificação de problemas. Por fim, você deve realizar seus objetivos e planejamentos e fazer os ajustes necessários. Ter educação financeira não é tão difícil, basta começar a estudar e aplicar os quatro pilares. Se você já estiver com dívidas, tente quitá-las para depois iniciar as novas metas. Nesta fase em que se sabe pouco sobre o assunto, é importante consumir o máximo de conteúdo relacionado. Leia livros sobre o tema, veja documentários e participe de palestras. Logo você verá que não é nenhum bicho de sete cabeças. O que é educação financeira?  A educação financeira é uma ferramenta que utiliza técnicas da economia e outros conhecimentos com o objetivo de tornar nossa vida financeira mais saudável. Uma boa educação financeira envolve sempre estudar o tema e controlar os gastos para que sobre dinheiro para investir e realizar seus sonhos. Para isso, é necessário desenvolver um consumo mais consciente, conhecer os perigos dos juros e saber como aplicar o dinheiro. Mais importante do que promover a educação financeira é abordar a necessidade de conhecer a própria realidade e de estipular metas condizentes com os ganhos. Ter metas financeiras é um aspecto muito importante para uma boa saúde financeira. Está planejando uma viagem para o final do ano? Comece a poupar dinheiro bem antes para que não ocorram imprevistos quando a data chegar. Desta forma, seu passeio será muito mais prazeroso. Qual é a importância da educação financeira para os colaboradores?  Ensinar a importância da educação financeira para os funcionários irá, além de auxiliá-los a ter uma vida mais plena, permitir que eles compartilhem esse conhecimento dentro de seus próprios lares. Uma má administração das contas pessoais acaba atrapalhando no desempenho do funcionário que se sente preocupado e esgotado. Já uma pessoa com uma boa educação financeira pode superar as adversidades e estabelecer metas e objetivos relacionados à vida pessoal e também à carreira. Além disso, você promoverá um clima organizacional muito mais produtivo e impedirá que os bons funcionários se percam ou até recorram a pedir demissão para tentar aplacar as dívidas. Às vezes, um funcionário pode pedir adiantamento do décimo terceiro salário ou até das férias para quitar as dívidas e isso pode ser evitado com orientações e treinamentos direcionados sobre educação financeira. Então, compartilhe dicas de educação financeira e incentive seus funcionários a aplicarem, oferecendo meios para que eles consigam lidar de uma forma saudável com o próprio dinheiro. Por fim, promova workshops e palestras sobre o tema, pense sobre o uso de benefícios flexíveis para os seus funcionários e espalhe materiais informativos nas salas de descanso e você verá o resultado. Como promover educação financeira para os colaboradores? Um bom programa de educação financeira dará instruções e dicas para os funcionários que poderão analisar suas contas e estabelecer objetivos. É importante que o profissional comece a repensar sobre seus gastos, como aplicar seu dinheiro e o uso de cartões de crédito, por exemplo. Adapte o programa aos seus funcionários. Entenda que alguns deles podem ter passado a vida toda sem ouvir sobre o tema e podem achar que é impossível começar, mas se você mostrar que com pequenas atitudes eles conseguirão dar conta, é bem possível que o programa seja mais um motivador dentro da organização. Para uma educação financeira eficaz, é necessária uma nova mentalidade alinhada aos objetivos econômicos do colaborador. Levará tempo até que os funcionários consigam aplicar as dicas de educação financeira em suas vidas pessoais. Outra forma de promover educação financeira é oferecer os benefícios flexíveis da Benê, já que eles proporcionam ao colaborador mais autonomia para escolher como gastar seu próprio salário. Esta modalidade ajuda os funcionários a aplicarem seus benefícios nas áreas onde mais necessitam. Por exemplo, uma funcionária que gasta menos no supermercado poderá alocar o dinheiro para o transporte. Além, é claro, de todos os benefícios que podem ser implantados, como o clube de vantagens, seguros e o cartão de benefícios da Benê. Visite nosso site para saber mais informações sobre como aplicar os benefícios flexíveis na sua empresa. Promover a educação financeira nas empresas trará benefícios para os colaboradores e para o ambiente organizacional. Lembre-se de incentivar seus funcionários, pois alguns podem nunca ter ouvido falar sobre o assunto antes. Além disso,

Como promover o desenvolvimento pessoal e profissional na empresa

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Os cenários cada vez mais acirrados e competitivos em todos os mercados exigem das empresas que querem se manter ativas maior desenvolvimento e melhor desempenho. Por isso, a companhia deve trabalhar com funcionários capacitados e que se aprimoram constantemente. Aí entra a importância que a marca deve dar ao desenvolvimento pessoal e profissional de seus colaboradores. Neste artigo, eu explico o que é desenvolvimento pessoal, a importância de investir na área e como um bom departamento de Recursos Humanos é fundamental para o crescimento dos colaboradores. Confira! O que é desenvolvimento profissional? O conceito de desenvolvimento profissional consiste na ideia de que o colaborador desenvolva cada vez mais habilidades, adquirindo uma maior autonomia. Isso porque o funcionário que está em constante aprimoramento consegue fazer mais entregas, com mais qualidade e em um menor período. A busca por se desenvolver constantemente é essencial para se manter em mercados cada vez mais competitivos, que se atualizam cada vez mais rápido. Um funcionário que não busca se aprimorar ou que se convence de que está totalmente pronto profissionalmente, em algum momento será passado para trás por alguém que cresceu junto com o mercado. O que é desenvolvimento pessoal? O desenvolvimento pessoal é o movimento de aprimorar habilidades e qualificações em diferentes áreas da vida. Englobando assim também os objetivos profissionais. Esse aspecto pode ainda estar relacionado à forma como otimizamos os contatos e relações com os outros, além de como lidamos com emoções e momentos de dificuldade. Por que o RH deve estimular o desenvolvimento pessoal? A ideia de separar completamente os campos pessoal e profissional de alguém é muito comum e deve ser evitada. Esses âmbitos na vida de qualquer ser humano estão profundamente entrelaçados, as ações e acontecimentos em um refletem no outro. As duas esferas estarão sempre conectadas, por isso é importante que as empresas tenham métodos para desenvolver seus colaboradores de forma profissional e pessoal. Esse movimento por parte da companhia faz com que o trabalhador se sinta melhor, resultando em um ambiente mais saudável e em colaboradores mais satisfeitos com a instituição. Uma empresa que tenha uma cultura que preza pelo bem-estar e o desenvolvimento dos seus funcionários traz benefícios para si própria, os dois lados crescem juntos, todos saem beneficiados. Como estimular o desenvolvimento pessoal dos colaboradores? A melhor forma de fazer com que o plano de desenvolvimento se torne viável é garantindo que a empresa e os colaboradores estejam engajados nessa ideia. Os profissionais também precisam entender a importância do processo, como ele irá se desenvolver e qual a sua finalidade. Um bom setor de comunicação interna pode ser o ponto de partida deste plano. Portanto, informe e conscientize os colaboradores sobre o projeto e com ele irá se desenrolar. Depois disso, a empresa ainda terá muito mais trabalho durante as etapas de implementação e manutenção. A seguir, confira a lista que preparei com alguns passos que podem ser seguidos: 1- Analise seu quadro de colaboradores Por meio de pesquisas de opinião ou conversas com o seu quadro de colaboradores, compreenda quais as necessidades que eles têm e em quais pontos buscam melhorar. Assim você poderá desenvolver métodos que terão um impacto maior. 2- Invista em um programa de treinamentos Contratar treinamentos comportamentais é um ótimo investimento que a empresa pode fazer. A companhia precisa disponibilizar uma verba direcionada aos planos de desenvolvimento pessoal para os gestores. Os gestores, por outro lado, devem fazer o uso dessa verba de maneira personalizada para sua equipe. Os treinamentos devem servir para sanar as necessidades que o grupo tem. Uma boa solução é que o projeto tenha uma verba para cada departamento da empresa. As áreas podem cada uma contratar seu treinamento próprio, voltado para os problemas daquela equipe, assim os treinamentos não se tornam vagos e atingem com maior impacto os colaboradores. 3- Promova palestras e cursos Promover palestras e cursos com profissionais relevantes da área ou com imagens de sucesso de algum outro segmento é uma excelente atitude para trabalhar o desenvolvimento da equipe. Essas palestras passam aos funcionários ensinamentos e estímulo por meio da história de vida e conhecimentos de símbolos relevantes. Esses palestrantes podem ser o ponto de partida para uma mudança no pensamento dos integrantes da equipe. Um impulso para a mudança comportamental do time. 4- Trabalhe com feedbacks Criar e manter o hábito de conversar e dar um retorno aos seus colaboradores é essencial para que o seu plano de desenvolvimento pessoal funcione. Durante esses feedbacks, os profissionais podem receber um ponto de vista sobre eles que ainda não tenham. Se o funcionário estiver disposto e fizer um bom uso desses retornos, ele certamente terá uma evolução nos pontos mostrados. Os feedbacks devem acontecer regularmente para que a empresa tenha um diagnóstico claro sobre o caminho desse profissional. A função do RH no processo de desenvolvimento dos colaboradores O setor de Recursos Humanos é essencial durante todo o processo, criando os métodos e acompanhando. O RH precisa enfatizar na empresa essa cultura de evolução, tanto de forma pessoal quanto profissional.  O setor de RH deve ser observador, estratégico e conduzir a empresa e o quadro de funcionários nas etapas. Precisa estar empenhado em buscar resultados mais satisfatórios para a companhia e oferecer as melhores oportunidades para os colaboradores. As áreas pessoais e profissionais estão profundamente conectadas na vida de uma pessoa, o momento e o desempenho de um campo irá impactar no outro. Os seres humanos têm uma capacidade enorme de se desenvolver e aprimorar novas habilidades. Uma empresa que compreende esses pontos e investe nos processos de desenvolvimento de seus colaboradores está investindo no crescimento da própria instituição. Esse movimento por parte da companhia cria um melhor relacionamento entre colaborador e instituição. O trabalhador se sente mais valorizado e tem a percepção de que a firma se importa com ele. E, por outro lado, a empresa cresce com mais facilidade, visto que é o que acontece com companhias onde os colaboradores estão em melhora constante. Sua empresa cuida do desenvolvimento ou

Integração de colaboradores é o coração de qualquer empresa. Veja como implementar

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A jornada de talentos é o ponto-chave para que o futuro colaborador estabeleça o primeiro contato com a companhia. Desde o convite para o processo seletivo até o ingresso na empresa, o recrutador estabelece uma relação de confiança com o participante. Agora, a pergunta que não quer calar: como implementar a cultura de integração de colaboradores na organização? Isso é o que você verá a seguir! O que é a integração de colaboradores? O “Onboarding”, ou integração de colaboradores, é todo o processo de admissão de um novo funcionário. Antes do profissional executar determinadas funções no novo setor, a empresa lhe apresenta as políticas, aspiração e cultura organizacional, para que ele seja ambientado ao propósito da companhia. Além das estratégias, a empresa também apresenta seus benefícios e demais cadastros, como plano de saúde, vale-transporte, vale-refeição/alimentação, seguro de vida, entre outros, garantindo qualidade de vida e bem-estar, assim como o cartão Benê, que visa revolucionar a estrutura de benefícios por meio de um conjunto de vantagens em uma plataforma independente e com um ótimo custo-benefício. A integração de novos colaboradores conta ainda com um cronograma pós-recrutamento e seleção, dentro dele é possível encontrar as etapas de ambientação e cadastro, que consistem na aplicação de informações e treinamento intensivo ao novo colaborador, visando ajustá-lo ao ambiente e às tarefas que lhe serão exigidas no cargo. O que deve conter em uma integração? Conforme mencionado acima, a integração dos colaboradores é seguida por um cronograma elaborado pelos apresentadores e receptores dos novos talentos. Este pode ser feito seguindo uma ordem cronológica, apresentando os processos, métodos, ações realizadas, cultura organizacional, funcionários, entre outras particularidades. O novo contratado pode se sentir deslocado no primeiro contato com a instituição e com seus novos colegas de trabalho. Por isso a importância da integração. Confira, a seguir, as etapas do processo de integração, que pode ser adaptado de acordo com a realidade da empresa: Primeiro dia ​Segundo dia O ideal é que os dois principais temas da integração sejam divididos em dois turnos; O primeiro turno deve conter a apresentação da empresa e sua proposta de valor e o segundo a apresentação dos benefícios e cadastros. No segundo dia de trabalho, inicia-se a jornada de treinamento. Desenvolva com o seu time de Recursos Humanos um roteiro humanizado, acolhedor, assertivo e seguro, para promover a melhor experiência do recém-colaborador. Qual é a importância de fazer integração de colaboradores? O processo de integração de colaboradores consiste em facilitar a adaptação do recém-contratado aos procedimentos da organização, divulgando a cultura e proposta de valor. Contudo, é imprescindível que esse processo seja implementado não somente na admissão, mas em todos os setores da empresa de forma contínua. Isso resultará na: A importância da integração dos colaboradores está na construção de um relacionamento com os profissionais. Nessa etapa inicial, é importante eliminar falhas de comunicação e deixar todos os envolvidos atualizados. Como fazer integração de colaboradores? A integração de colaboradores pode oferecer uma experiência padronizada, mantendo constância na comunicação e na mensagem que está sendo fomentada a eles. Essa mensagem pode ser transmitida por meio de dinâmicas, apresentações, vídeos, mapas mentais, entre outros. Logo, o foco é 100% destinado ao profissional, a fim de garantir a interação não somente com a empresa, mas com o time de RH, os outros talentos admitidos e principalmente com a equipe, ao ser apresentado à nova estação de trabalho. Nesses casos, esteja munido de um bom sistema de ERP (Enterprise Resource Planning) – Planejamento dos Recursos da Empresa, em português – que é basicamente um conjunto de aplicações que visam integrar a gestão dos principais processos e oportunidades de negócios de acordo com as respectivas estratégias, que além do setor de Recursos Humanos, podem ser utilizadas nos departamentos de finanças e contabilidade, cadeia de suprimentos, compras, vendas, gestão de estoques, entre outros. O processo de integração deve ser contínuo para que o colaborador seja sempre o foco do desenvolvimento e da tomada de decisão, independente do setor de atuação. A seguir, veja como promover também um bom ambiente de boas-vindas: 1. Elabore um kit boas-vindas Junto com o notebook, forneça um kit com produtos como caderno, caneta, mochila, squeeze, de acordo com as metodologias da empresa. Afinal, quem não gosta de um “recebido”, não é mesmo? 2. Apresente o recém-contratado à equipe A primeira impressão é a que fica. Realize uma dinâmica de apresentação do colaborador ao time, para que assim, seja criada a primeira relação de contato com os novos companheiros, a fim de promover mais sinergia, comprometimento, proatividade e trabalho em equipe. 3. Faça uma apresentação 360 por departamento Apresente os setores da empresa ao colaborador e suas respectivas infraestruturas. Essa é uma ótima oportunidade também de apresentar o novo contratado para todos os profissionais que estiverem presentes. 4. Ofereça materiais de apoio, acesso ao sistema e ferramentas Além de uma comunicação integrada, os materiais de apoio permitem maior autonomia nas atividades propostas. Assim como os acessos aos sistemas de acordo com a realidade do trabalho, para que o colaborador não fique dependente de outros recursos para acessar uma determinada informação ou dados.   A construção de um bom ambiente de trabalho é promovida por meio de conceitos e estratégias que colocam o cliente interno no centro das tomadas de decisões, fomentando cada vez mais sua saúde, bem-estar, qualidade e satisfação. A Benê.com.vc é uma solução de benefícios que facilita cada vez mais o relacionamento entre o funcionário e sua empresa, por meio de campanhas de engajamento, integração de colaboradores e seguros concentrados em um só lugar. Além de promover a melhor solução custo-benefício para a organização. Contate-nos!

Gestão humanizada: conheça os princípios de uma nova forma de gestão

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A gestão humanizada é um novo modelo de liderança que tem foco na garantia das boas condições de trabalho para todos os colaboradores. Essa ideia surgiu a partir do foco no bem-estar dos funcionários e em uma gestão próxima que, de fato, entenda as necessidades de quem trabalha na empresa. Assim, os resultados passam a ser cada vez melhores para a própria empresa. A gestão humanizada funciona como uma abordagem diferenciada para a administração que vai priorizar todos os valores humanos dentro do planejamento e execução de suas ações. Então, esse modelo acaba propondo que a empresa, através do RH, mantenha uma escuta ativa, fique aberta a considerações e demandas para considerar o que é dito pelos colaboradores e responder de acordo.  No dia a dia, manter a humanização no trabalho significa considerar todas as subjetividades de cada um dos funcionários para criar uma liderança que, de fato, seja capaz de atender às necessidades específicas, além de oferecer todos os suportes necessários. Entenda abaixo mais sobre a gestão humanizada. A liderança humanizada pode mudar a perspectiva externa da empresa. | Foto: Freepik. O que é gestão humanizada? Como já foi dito anteriormente, a gestão humanizada leva em conta diversos fatores para gerar uma administração melhor e mais saudável.  As empresas estão cada vez mais preocupadas com a humanização dos seus processos, já que é isso que permite a permanência de uma mão de obra de qualidade e com um perfil compatível com o da empresa.  O ciclo de demissões e novas contratações custa bastante caro e não pega nada bem para a empresa. O nome dado é rotatividade e quanto mais alta, mais problemas é possível de se ver na corporação. Melhorar a infraestrutura e a comunicação dentro da empresa é o melhor caminho. Já que, a satisfação dos trabalhadores aumenta conforme a empresa consegue fazer funcionar.  Além disso, a lucratividade passa a ser um ponto chave aqui.  Foi nesse contexto que nasceu o conceito de gestão humanizada: o ato de adaptar os processos às necessidades do time de colaboradores. Isso deve ser feito de uma forma que torne possível alcançar os resultados desejados e elevar os níveis de produtividade, sem sacrificar o bem-estar e a satisfação dos trabalhadores. Qual a importância de se ter uma gestão humanizada? Tendo em mente que o capital humano é o motor da organização, é preciso haver diversos estímulos para que essas equipes se desenvolvam e possam entregar os melhores resultados possíveis. Por isso, a gestão humanizada é uma prática bastante relevante para o crescimento dessas empresas. Para que essa força de trabalho consiga ser potencializada, é necessário despertar todo o senso de pertencimento em relação ao local de trabalho dentro desses colaboradores. Ou seja, os desejos e as demandas pessoais de cada um dos profissionais precisam ser levados em conta, uma vez que têm impacto direto na sua postura profissional. Saber o que, de fato, impulsiona a produtividade desses trabalhadores é um dos principais elementos para compor uma equipe com um alto desempenho. Como funciona a gestão humanizada? Quando se fala em uma gestão humanizada, o grande diferencial está na ideia já dita antes: a força humana é o que move as empresas. Com isso, a gerência precisa colocar os seus esforços na construção de um ambiente de trabalho mais justo e agradável, estimulando as equipes.   O que significa humanizar uma gestão? Trabalhar de maneira humanizada não quer dizer dar benefícios aleatórios aos seus funcionários ou que o trabalho deles vai diminuir. Aqui, o foco são as ações dentro desse ritmo de gestão são cada vez melhores e contribuem com a equidade na hora de orientar suas ações. É necessário adaptar as regras existentes para a realidade concreta da empresa. Não adianta querer implementar modelos que não sejam compatíveis com os objetivos, números de funcionários e outras questões. Na prática do dia a dia, a gestão humanizada consegue construir uma liderança que realmente se atenta às necessidades do outro, trazendo mais flexibilidade e respeito. Sendo assim, a relação entre empregador e empregado passa a florescer. Mas, quais são os pilares dessa gestão mais humanizada? Se liga abaixo.  Quais os pilares da gestão humanizada? Essa gestão não surgiu do nada e não funciona de maneira aleatória. Sendo assim, ela traz 4 pilares bem firmes, sendo eles: 1. Observação A observação é o primeiro pilar que vai garantir que suas ações estejam em ordem e transmita a real necessidade de organização. Através dela, é possível promover uma análise inicial dos colaboradores e passar a entender as suas demandas. É com ela que as condições de trabalho podem ser modificadas.  2. Comunicação Ter canais de comunicação efetivos entre as autoridades e os trabalhadores ajuda na compreensão do que é preciso ser feito. No cotidiano, isso é visto por meio de uma escuta mais ativa e empática que atua sobre o que é levantado pelos colaboradores.  3. Integração A comunicação não deve funcionar apenas entre o líder e os liderados, mas também entre todos os funcionários, sendo eles, até, do mesmo nível hierárquico. A informação precisa conseguir fluir bem por todos os cantos da empresa para que surja uma integração maior na equipe. 4. Adaptação Não adianta observar e comunicar as necessidades se não houver nenhuma iniciativa para mudar o que precisa ser modificado. Esse último pilar fala justamente sobre a necessidade de adaptação de todos os processos e métodos.  Benefícios da gestão humanizada As vantagens de se fazer uma gestão humanizada são: satisfação e experiência dos funcionários, aumento da produtividade, melhora do clima organizacional da empresa, além de diminuir a taxa turnover (a qual representa a rotatividade da equipe de um local).  Pensando em implantar benefícios flexíveis? Conte com a gente! Vale-alimentação e vale-transporte em um cartão de benefícios pré-pago aceito em mais de 2 milhões de estabelecimentos. Assim é possível exercer uma gestão humanizada e se tornar um ótimo lugar para trabalhar. Ofereça mais autonomia ao seu time, fale com um especialista Benê.

Entenda o que é quiet quitting e por que é tendência na geração Z

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O quiet quitting é um movimento um tanto quanto controverso que surgiu recentemente associado aos jovens da geração Z. O quiet quitting trouxe para o mercado de trabalho uma discussão que por muito tempo foi ignorada, a importância da saúde mental. Ainda há muitas dúvidas a respeito do quiet quitting e seus impactos. Por isso fizemos esse artigo para te explicar tudo sobre esse movimento. Vem comigo! . O que é quiet quitting? O termo quiet quitting veio ganhando uma grande repercussão dentro das plataformas digitais como TikTok, Instagram e Twitter recentemente, principalmente entre os jovens da geração Z. Ao contrário do que sugere o termo desse movimento, o nome “quiet quitting” não é uma alusão a deixar seu emprego de forma silenciosa. O termo traz à tona uma discussão sobre limitar-se a fazer apenas o obrigatório dentro de suas funções, apenas aquilo que está realmente no contrato trabalhista. Isso significa não fazer coisas que te forem solicitadas caso elas não sejam parte de suas tarefas obrigatórias. O quiet quitting propõe fazer o mínimo, apenas obrigatório, de maneira bem-feita. A ideia por trás do quiet quitting é cuidar da saúde mental dentro do trabalho. Evitando exaustões mentais e síndromes de burnout ao realizar mais tarefas do que deveria, sem que seja recompensado com uma remuneração extra. O movimento do quiet quitting também dá força a trabalhadores que estão insatisfeitos com o seu ambiente de trabalho ou a maneira como são tratados por seus superiores dentro da empresa. Por trás disso tudo está um termo em inglês mundialmente conhecido: o burnout, que desde 1º de janeiro é classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma doença ocupacional. A pane pode acometer qualquer funcionário e deve ser tratada com urgência. Raquel Dilguerian Conceição, head de saúde populacional e corporativa do Hospital Albert Einstein, diz que os sinais de exaustão devem ser comunicados. “É normal se sentir cansado de vez em quando, mas a apatia não pode ser a regra”, diz. “É preciso haver diálogo aberto: não basta culpar apenas o chefe, que muitas vezes também pode estar sobrecarregado.” Por que o quiet quitting é tendência? A pandemia do Coronavírus contribuiu para trazer à tona a discussão sobre saúde mental, principalmente após muitas pessoas serem diagnosticadas com estresse ou síndrome de burnout devido ao momento difícil que a sociedade atravessou. O movimento do quiet quitting surgiu após um jovem americano de 23 anos viralizar um vídeo sobre o quiet quitting e falando sobre a prática dele. O vídeo ficou popular entre os jovens dentro das redes sociais e com isso o movimento foi tomando força. O quiet quitting também questiona a cultura do Always Online que surgiu com o home office. Denunciando que essa cultura acaba por atravessar os limites entre trabalho e horário de descanso, levando as pessoas ao burnout. O quiet quitting sugere um equilíbrio entre o momento de trabalho e o momento para relaxar e cuidar de si. Como muitas pessoas passaram por uma síndrome de estresse ou burnot, o movimento do quiet quitting conseguiu ganhar uma grande força dentre os jovens da geração Z. O surgimento desse fenômeno deu uma voz coletiva e legitimou as reclamações desses grupos. O movimento tomou proporções tão grandes que atingiu as lideranças das empresas que passaram a ouvir seus colaboradores e tomar ações para mudar o atual cenário. Quais as desvantagens? O quiet quitting propõe que seja feito apenas o obrigatório. O problema dessa ideia é que pode gerar desentendimentos entre você e suas lideranças. A ideia de fazer apenas o que está no contrato pode soar como preguiça ou má vontade aos ouvidos de seus supervisores. Muitas vezes essa ideia é recebida como utópica e o discurso é que a realidade exige que as pessoas se desdobrem além de suas obrigações e que tenham de abrir mão de sua vida pessoal pelo seu trabalho.  O quiet quitting pode gerar resultados prejudiciais ao colaborador, como por exemplo uma estagnação em sua carreira a partir do momento em que o colaborador é visto como alguém preguiçoso ou que não está tão empenhado. Isso pode fazer com que o colaborador não alcance cargos mais altos dentro da empresa e não tenha um bom reconhecimento. Essas rusgas que podem acabar por surgir com as lideranças da empresa também podem acabar resultando em demissões por uma visão do colaborador como negligente e alguém que não se esforça e se doa pela empresa. Por mais que o quiet quitting esteja ganhando força, ele ainda é enxergado como preguiça e desnecessário apesar do seu viés de cuidar da saúde mental. Como esse é um movimento que cresce dentro da geração Z, os cargos de liderança ou outros colaboradores com idade mais avançada podem criar uma grande aversão a essa nova corrente de pensamento. Dicas para lidar com quiet quitting Existem algumas maneiras de lidar com o quiet quitting causando menores impactos aos companheiros de trabalho, por exemplo: 1 – Pontue as coisas que não estão funcionando como deveriam A melhor maneira para que você possa tomar atitudes mais ponderadas é você parar para refletir e pontuar as coisas que você considera estar funcionando fora do adequado. Pontue o porquê essas coisas estão fora do adequado e há quanto tempo isso está ocorrendo. Reflita se esses problemas já ocorreram em ocasiões passadas e até mesmo em outros empregos, avalie também a responsabilidade que você tem para a criação desse cenário. 2 – Comunique sua insatisfação Ao invés de simplesmente para de fazer as tarefas a mais de maneira silenciosa, comunique a sua insatisfação com os ocorridos e explane os pontos que você listou e refletiu anteriormente. Converse com seus líderes e ouça os pontos que eles têm para te apresentar. Utilize argumentos bem construídos e seja claro durante o seu diálogo. Assim, você consegue corrigir esses pontos que você considera errado de maneira mais ponderada, evitando conflitos e complicações com suas lideranças. 3 – Estabeleça limites Comunique e passe de maneira bem clara aos seus líderes e companheiros

Produtividade tóxica: saiba quando a cobrança pode ser prejudicial

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O termo produtividade tóxica ganhou notoriedade durante o período pandêmico e tem sido muito usado para insinuar a necessidade de estar fazendo algo a todo momento para se sentir produtivo. Isso implica em trabalhar muito mais do que se trabalhava no modo presencial, no escritório, atingindo um alto nível de exaustão. Mas, afinal, quando chegamos a esse ponto de “toxidade”? Alguns indícios podem servir de pré-aviso e apontam um sinal de alerta para situações específicas que rodeiam uma vida de estresse institucional. Veja quais são eles: Além disso, percebe-se que a segunda onda da pandemia foi um banho de água fria nas expectativas positivas da retomada da economia e do restabelecimento de toda atividade produtiva estagnada/reduzida por esta situação. Apesar do cenário positivo atual, com a redução de novos casos e mortes diárias, o Brasil ainda tem tido uma visibilidade negativa no quadro internacional, já que desde junho de 2021, o país ocupa a décima posição em termos de quantidade de mortes per capita no mundo e já superou há um tempo o número de 2.500 óbitos por milhão de habitantes. Mas, ao passo que a pandemia é contida, acontece uma abertura mais ampla da economia, com as normas de restrições de algumas atividades sendo retiradas de forma gradual. Então, apesar de os eventos relacionados à pandemia da Covid-19 terem aumentado de forma exorbitante o grau de incerteza no tocante ao funcionamento da economia, temos que ter a noção de que tudo isso vai passar em algum momento e que temos que desenvolver a capacidade de trabalhar sem gerar prejuízos a nossa saúde mental e física, bem como aos nossos relacionamentos particulares e, sobretudo, conservando nosso equilíbrio interior, afinal, ele é o pressuposto para manter nossa produtividade. Sendo assim, a seguir, saiba o que é produtividade tóxica, quais são seus sinais, prejuízos e como ela pode ser evitada por meio da ação personalizada do RH: O que é produtividade tóxica? Produtividade tóxica refere-se a um modo de se expressar sobre o excesso de preocupação e dedicação relacionado ao seu trabalho, dando prioridade para a produtividade em detrimento da saúde mental e da vida particular. Não importa o quanto a pessoa trabalhe, para ela nunca será o suficiente. Esta pode ser caracterizada por uma obsessão por auto-aperfeiçoamento, em outras palavras, por mais que o trabalhador seja produtivo, sempre parece pouco. Durante a pandemia do Coronavírus, esse sentimento se tornou ainda mais comum no cotidiano das pessoas. Isso porque, apesar de ter uma rotina de tarefas, muitos profissionais ainda têm a sensação de que o restante do tempo livre também deveria ser usado para o trabalho, de modo a aumentar a produtividade. Ou seja, durante a pandemia, algumas companhias se tornaram o que chamamos de “empresa tóxica”. A romantização do excesso de trabalho não é algo novo, mas com a rotina home office, o medo da ociosidade acabou gerando uma dificuldade em alcançar o equilíbrio entre o tempo gasto em atividades referentes à vida particular e a profissional. Porém, isso não é só uma escolha do próprio funcionário, mas também dos gestores. Segundo informações do Valor Econômico, 60% dos profissionais brasileiros dizem que tiveram cargas de trabalho maiores nos anos de 2020 e 2021, quando comparadas aos anos anteriores. Quais são os indícios de produtividade tóxica? É muito importante que o RH e os gestores estejam dispostos a observar frequentemente os profissionais da empresa, mesmo que de longe, para detectar indícios de produtividade tóxica e coordenar o trabalho de forma eficaz e equilibrada.  Ademais, vale a pena dialogar com os colaboradores, para entender se eles estão sobrecarregados ou com o famoso burnout, e se é viável organizar as demandas de maneira mais justa, sem gerar desgastes.  Ainda, é importante lembrar que o excesso de trabalho e cobranças também podem causar maiores índices de turnover, fazendo com que a empresa perca ótimos colaboradores e precise investir em esforços para processos seletivos. Alguns indícios que indicam a produtividade tóxica e que você deve prestar atenção para sua empresa não ser considerada ruim são: A produtividade tóxica é extremamente negativa para a empresa. Isso porque o cérebro necessita de períodos de descanso depois de atividades intensas.  Ou seja, quando não damos o tempo suficiente para esse descanso, podemos nos sobrecarregar, reduzindo nossas capacidades cognitivas e criatividade, além de elevar a tendência a erros nos processos rotineiros.  Além disso, o desgaste traz inúmeros prejuízos à saúde mental e pode causar graves consequências para o funcionário, como insônia, estresse, ansiedade, depressão e a popular Síndrome de Burnout. Isso sem levar em consideração que muitos especialistas também afirmam que a própria atitude de trabalhar sem descanso pode ser um modo de esconder, fugir ou superar distúrbios psicológicos ou desequilíbrios emocionais que já existem no âmago do colaborador. Finalmente, saiba que o aumento de cortisol, o hormônio do estresse, também pode levar a problemas de perda de memória, além de causar quadros de doenças, como diabetes e hipertensão arterial. Como a produtividade tóxica pode ser evitada? Lembre-se de que sua vida não é apenas definida pelo trabalho, portanto aprenda a dizer não quando algo extrapola os limites que você estabeleceu para si mesmo. É fato: a pandemia submeteu muitas pessoas a uma grande pressão. Apesar do home office ter ocasionado um melhor ganho de tempo, já que muitos colaboradores não precisam mais ir fisicamente até o trabalho, as cobranças ficaram mais rígidas e apareceu uma precisão de expor isso a todo momento.  Esse quadro se agravou ainda mais com o grande volume de demissões ocasionadas pela crise econômica. Dessa maneira, com medo da demissão, boa parcela dos funcionários se sentiu na obrigação de ampliar o ritmo de trabalho e de estar disponível para a empresa durante todos as horas do dia. Vale ressaltar que, no ambiente corporativo físico, os colaboradores se sentem com mais controle e confiança, tendo a noção de tudo o que está acontecendo em vários setores da empresa e estabelecendo uma relação mais colaborativa com o grupo. A partir dessas informações, é possível ter uma

Plano Odontológico Empresarial: Como escolher o melhor

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Uma das maneiras de alcançar o engajamento e satisfação dos colaboradores e manter sua empresa atrativa é oferecer benefícios que auxiliam a sua saúde, por isso, escolher o melhor plano odontológico empresarial é crucial para zelar ainda mais a satisfação dos colaboradores. O plano dental é um benefícios de baixo custo ou seja, não terá grandes impactos na folha de pagamento, devemos levar em consideração que faz muita diferença na vida dos empregados, o tratamento bucal seja ele por doenças, problemas ou estética, tem aumentado a autoestima de diversos colaboradores. Entretanto, as vantagens não se restringem somente ao colaboradores, veja alguns dos benefícios também para sua empresa: Para entender melhor sobre os benefícios para sua empresa e descobrir como escolher a melhor opção de um plano dental para seus colaboradores, continue lendo! Realmente vale a pena ter um plano odontológico empresarial? O jeito mais fácil de saber se realmente vale a pena ter um plano odontológico é colocando na “ponta do lápis”. Você, gestor ou RH da empresa, provavelmente já fez algum tratamento como limpeza, restaurações, canal e emergência e, deve ter deixado de fazer algum outro procedimento, mesmo que simples, por estar acima do valor e fora do seu orçamento, Hoje em dia a ANS determina que praticamente todos os procedimentos considerados como básico precisam estar dentro dos planos vendidos pelas operadoras, tais como: tratamento de mau hálito, recuperação de dente quebrado por queda, remoção de tártaro, aplicação de flúor, extração de dentes, consultas de rotina, limpeza periódica, urgências e emergências disponíveis 24 horas, outras coberturas são as ampliadas e são cobertas em planos premium, como: aparelhos ortodônticos, clareamento entre outros. ‍Atração e retenção de talentos Uma empresa que oferece plano dental, assim como o plano de saúde, tem uma grande diferença competitiva e positiva perante aos correntes na hora de contratar e reter seus talentos. Ultimamente, quando algum candidato vai analisar a vaga disponível, antes mesmo do salário ele tende a olhar quais são os benefícios que aquela empresa está oferecendo, um dos mais atrativos é o plano dental. Esse é o momento em que o candidato decide se irá ou não concorrer àquela vaga. Mensalidade precisa caber no bolso dos seus funcionários Para oferecer um plano dental aos seus colaboradores, é importante certificar se o valor será interessante para ele e principalmente, caberá no seu bolso. Entretanto, este benefício é mais barato do que você possa imaginar, por ser um valor tão baixo, algumas empresas acabam assumindo o custo integral. Dependendo da quantidade de pessoas que vão aderir ao plano, alguns custam R$15,00 mensais por colaborador. Redução do absenteísmo Hoje em dia, um dos maiores motivos de atrasos ou faltas no trabalho, são relacionados a problemas de saúde e muitos deles envolvem a saúde bucal. O plano odontológico empresarial, possibilita o usuário a fazer consultas com mais frequência, ter uma clínica de urgência e emergência disponível 24 horas por dia para identificar e tratar qualquer problema com prontidão, consequentemente, a quantidade de faltas, atestados e licenças será muito menor. Melhora a autoestima e cuida da beleza Quem não gosta de estar saudável e bonito? É uma grande ajuda ou solução para a autoestima e motivação dos colaboradores. O plano odontológico tem esse propósito, oferecer saúde e a consequência disso, são colaboradores engajados, empenhados e vestindo a camisa da empresa. Agora, veja dicas de como escolher o melhor plano odontológico para sua empresa! Verifique se a prestadora está registrada na ANS Antes de tudo, verifique se a prestadora que você pretende contratar o plano odontológico está registrada na Agência Nacional de Saúde. A ANS é o órgão regulamentador responsável pelos planos de saúde no Brasil, e se a operadora estiver cadastrada na agência, isso significa que ela está de acordo com as normas impostas, assegurando que os interesses do público serão atendidos. Os planos odontológicos têm 80 procedimentos básicos determinados pela ANS, como consulta, atendimento de emergência, limpeza em consultório, restauração de cárie, tratamento de canal e exames, como raio-x. No geral, somente procedimentos estéticos e de aparelhos ortodônticos estão fora da lista básica e precisam de cobertura especial. Verifique a rede credenciada e a abrangência territorial É importante saber se seus colaboradores terão atendimento próximo às suas casas ou ao local de trabalho ou em lugares de fácil acesso. A rede credenciada é um dos pontos fundamentais para ser considerada na momento em que for escolher o melhor plano para sua empresa. Algumas operadoras têm limite de atuação em certas regiões, mas também existem operadoras grandes e que oferecem atendimento por todo Brasil. Se a sua empresa tem colaboradores espalhados por diversas regiões, é interessante contratar planos odontológicos com operadoras com cobertura nacional. Faça pesquisas de preço e reclamações de plano odontológico para empresas Preços altos não são garantia de qualidade e nem de atendimento, da mesma forma que valores muito baixos. Fique atento e desconfie de valores muitos atrativos e também muito abusivos, o ideal é analisar a relação do custo-benefício entregue pela operadora. O valor tem que ser justo e compatível com a cobertura oferecida. Outra maneira de se resguardar é realizar uma sobre reclamações em entidades voltadas para a defesa do consumidor, assim, fica mais fácil identificar operadoras problemas e evitá-las. Um bom plano dental precisa ser sem carência As contratações de planos odontológicos empresários geralmente não possuem carência para o atendimento, isso significa que a partir do momento em que o plano for contratado e os colaboradores forem incluídos, logo vão poder começar a usufruir do benefício. Entretanto, antes de contratar certifique-se que a carência não fará parte do contrato. Não sabe o que é carência? Clique aqui e veja nosso post sobre “O que é carência?” Atendimento a distância é um diferencial O teleatendimento é a tendência é o novo cenário das operadoras hoje em dia, o novo modelo regulamentado pelo CFO (Conselho Federal de Odontologia) no início da pandemia. Esse modelo visa facilitar o atendimento para tirar ou receber dúvidas, ou atendimento rápido caso sinta alguma dor e desconforto e

Saúde mental: Descubra como mantê-la em simples passos

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Hoje em dia quando falamos na palavra saúde, o nosso primeiro pensamento costuma ser na saúde física. Porém, atenção à saúde mental é tão fundamental quanto a que você dá ao seu corpo. O motivo? Para que sua vida mantenha um equilíbrio adequado! Mas, como cuidar da saúde mental? O assunto sobre saúde mental está cada vez mais presente no nosso dia a dia, principalmente com a chegada da pandemia no começo de 2020 e as consequências que esse acontecimento trouxe e continua trazendo na nossa vida. Nesse artigo, falo um pouco do que é a saúde mental para que você reconheça a importância e entenda como funciona, e de como você pode mantê-la equilibrada no seu dia a dia de forma simples e leve. Vamos juntos? Afinal, saúde mental: O que é? De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), não existe uma definição ou conceito oficial sobre saúde mental. Entretanto, o termo está diretamente ligado à forma na qual uma pessoa é capaz de harmonizar suas ideias e emoções enquanto trabalha, aprecia a vida e contribui para o meio em que vive.  Em palavras simples, saúde mental é conseguir lidar com os sentimentos positivos como amor, alegria, felicidade, animação, entre outros, e negativos como frustração, tristeza, ciúme, entre outros, enquanto se vive. Como equilibrar sua saúde mental 1. Aceite-se O primeiro passo para equilibrar e manter sua saúde mental é aceitar-se como você é, com suas qualidades, defeitos e limitações. Não queira ser outra pessoa, aceite todos os seus traços, goste de quem você é, pois essa é uma das principais bases para manter sua saúde mental. 2. Tenha uma rotina organizada O segundo passo na busca da saúde mental é ter uma rotina organizada. As pessoas costumam ligar a palavra rotina a algo ruim, mas não nesse caso.  Ter uma rotina ajuda não só sua saúde da sua mente mas também seu organismo a manter o equilíbrio. Quando nosso cérebro se acostuma com as tarefas que organizamos no nosso dia a dia, reduzimos ou até mesmo evitamos estresses desnecessários. Um exemplo: lembrar que deveria ter passado no mercado só na hora que você já está em casa, com fome e pronto pra fazer o jantar. Quando temos nossas tarefas e afazeres organizados, nossa mente se mantém mais relaxada, pois sabe que as coisas estão sob controle. Por isso, para o seu bem estar emocional, organize sua rotina com, por exemplo, uma agenda, ou um aplicativo de agenda. 3. Tenha boas noites de sono A falta de uma boa noite de sono é prejudicial para sua saúde física e principalmente para sua saúde mental. Inclusive, pode ser um dos fatores causadores de problemas como ansiedade, stress, depressão, entre outros. O período em que você dorme serve para que seu corpo trabalhe o que ele não pode fazer enquanto você está acordado, e recarregar sua energia física e mental para que seu organismo funcione de forma correta no dia seguinte. Porém, de nada adianta descansar o corpo por horas e horas, se você não conseguir descansar e relaxar sua mente antes, e isso é fundamental para uma saúde mental equilibrada. Para que você tenha uma boa noite de sono, é recomendado que você não coma alimentos pesados à noite, e nem tome bebidas que contenham cafeína. Além disso, é recomendado que pelo menos 30 minutos antes de você ir deitar, evite os aparelhos eletrônicos como tv, celular, tablet, pois a luz desses eletrônicos estimulam seu cérebro para que ele continue ativo e bloqueia a liberação do hormônio responsável por avisar o corpo que está na hora de descansar, o que acaba prejudicando seu sono e a qualidade do seu descanso. Por isso, para conservar sua saúde mental e também física, pelo menos 30 minutos antes do seu horário de descanso, tente ler um livro, ouvir alguma música relaxante ou outra atividade de relaxamento que não envolva eletrônicos para introduzir aos poucos o sono ao seu corpo. 4. Pratique atividade física Os benefícios da atividade física para a mente são enormes, além de também fazer muito bem ao seu corpo. Praticar pelo menos 30 minutos de atividades físicas todos os dias ajuda na produção de endorfina, a substância da sensação de bem-estar, que está diretamente relacionada à saúde mental. Atividades físicas diárias também ajudam a manter a oxigenação do cérebro em dia, além de melhorar a capacidade cognitiva, reduzir níveis de estresse e aumentar sua energia e auto estima. Praticar atividade física não precisa ser necessariamente academia. Existem outras atividades como yoga, hidroginástica, pilates, entre outros. 5. Melhore sua alimentação Uma alimentação balanceada e bem distribuída ao longo do dia mantém o corpo equilibrado, e a saúde mental nutrida. Não adianta se alimentar bem no café da manhã e passar horas sem ingerir água e alimentos, pois a saúde mental depende da saúde física.  Ficar sem se alimentar pode causar fraqueza, fadiga e ainda comprometer órgãos importantes e responsáveis pela manutenção corporal e orgânica. Prefira alimentos naturais como frutas, verduras, legumes, evite frituras e processados, e muito importante: beba muita água durante o dia. 6. Faça terapia É extremamente essencial para sua saúde mental se desfazer da ideia de que problemas psicológicos são sinais de fraqueza. Assim como qualquer parte do seu corpo, seu cérebro também se desequilibra, e esse desequilíbrio pode causar síndrome do pânico, depressão, crises de ansiedade, entre outros. Ter um plano de saúde te ajuda a encontrar bons profissionais e também diminui custos com a terapia, por exemplo. Se você ainda não possui um, vale a pena cotar gratuitamente com um especialista aqui da Benê Seguros, é só nos chamar aqui. Portanto, para cuidar da sua saúde mental, todas essas dicas são igualmente importantes, mas essa é um pouco especial. Saiba reconhecer seus limites e não hesite em procurar ajuda profissional! Agora que você descobriu dicas valiosas sobre como cuidar da sua saúde mental, o que acha de se organizar para colocá-las em prática hoje mesmo? Tenho certeza que você vai sentir muita diferença no

Licença paternidade: quantos dias? Como funciona? Suas dúvidas respondidas

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Desde 1998, a licença paternidade é um direito garantido aos trabalhadores que se tornam pais. A licença remunerada integralmente é um direito garantido pela CLT para trabalhadores urbanos, rurais, colaboradores da iniciativa privada ou pública. O afastamento paternidade é uma maneira que o pai tem de acompanhar e estar mais próximo à mãe e ao seu filho nos primeiros dias após o nascimento. Mas algumas dúvidas surgem junto a esse benefício: Quantos dias de licença paternidade? O que é licença paternidade? Como funciona a licença paternidade? Quais são as condições em que ela é garantida? Quem tem direito a ela? Muitas questões podem surgir a respeito desse tema. Confira, a seguir, a resposta para cada uma delas: O que é licença paternidade? A licença paternidade é o benefício garantido aos pais de recém-nascidos ou recém-adotados. É um benefício concedido para que os pais assistam à família nesses primeiros dias de novo ciclo e se habituem à nova rotina que se inicia. O direito é uma licença remunerada integralmente, ou seja, o salário e benefícios do colaborador não podem ser cortados, ajustados ou descontados. É essencial que os empregadores e empresas reconheçam e compreendam a importância dessa licença para a vida dos funcionários e suas famílias. Quem tem direito à licença paternidade? A licença é garantida para qualquer profissional em regime CLT, vamos detalhar as condições para cada caso: Pais casados ou separados Não há diferença na concessão do benefício se o pai estiver casado, em relação estável ou solteiro. A lei garante em termos iguais a licença de 5 dias corridos para esses dois casos. Pais adotantes Pela lei CLT a licença também é concedida igualmente a pais que acabam de adotar uma criança, independente da idade do filho. Nesse caso o prazo também é de 5 dias corridos. Casais homoafetivos Os casais homoafetivos que têm uma criança recém-nascida ou adotada são reconhecidos por lei em termo de igualdade com casais heterossexuais. No caso de um casal masculino, apenas um dos pais terá direito à licença de 120 dias, como uma licença maternidade, o outro pai tem direito somente aos 5 dias corridos. No caso de um casal feminino, a mulher que gerou a criança tem direito aos 120 dias de licença maternidade, já sua companheira, por lei, tem os termos da licença paternidade garantidos, apesar de muitas empresas hoje em dia já concederem um período maior, esses termos são negociados entre a empresa e a mãe. Servidores Públicos Os termos da lei também são os mesmos para servidores públicos. Igualmente, são contados os cinco dias corridos para trabalhadores da iniciativa pública. Sendo eles cobertos pelos mesmos termos em casos de casais homoafetivos com filhos biológicos ou adotivos. Quantos dias de licença paternidade são concedidos? A lei garante o prazo de 5 dias corridos para a chamada “licença comum”. Os dias são contados a partir da data de nascimento ou adoção do filho. Porém, em 2016 foi estabelecido o “Programa Empresa Cidadã”. O programa cria a possibilidade do pai requerer a “Licença Estendida”. A licença estendida garante ao trabalhador 15 dias adicionais em seu benefício, ficando assim 20 dias na licença paternidade. Para que o pai tenha acesso a esses 15 dias, a empresa deve ser cadastrada no Programa Empresa Cidadã. A companhia que tem a participação confirmada e cede o benefício estendido ao seu colaborador tem algumas vantagens garantidas pelo estado. Como acontece a dedução integral no Pagamento do Imposto de Renda durante o período da licença, é obrigatório que a empresa não tenha débitos ou dívidas com o poder público. Além disso, é obrigatório que o pai tenha o certificado de conclusão de um curso de orientação de paternidade responsável. Um modo de certificar a participação ativa do pai na vida da família e do novo filho, garantindo toda a assistência necessária. Para as empresas que fazem parte do Programa Empresa Cidadã, há alterações nos termos do benefício da licença maternidade em casos de adoção. O critério para o tempo concedido é o tempo de vida da criança, sendo: E como fica o salário? Por se tratar por lei de uma licença integral e remunerada, o pagamento do colaborador não pode sofrer alterações. Sendo assim, os dias de licença não podem ser descontados do pagamento, nem de nenhum de seus benefícios, como Vale-Transporte, Vale-Alimentação, Vale-Refeição ou Convênios-Médicos.   O colaborador também não pode executar qualquer outra atividade remunerada durante esse período, correndo o risco de perder seus direitos. Os termos da lei são garantidos tanto no caso de uma licença comum quanto na estendida, os colaboradores e empresas devem cumprir a lei igualmente. Qual é a importância desse benefício? Para o pai da criança é um momento que ele tem para se dedicar integralmente a sua família e seu filho, uma etapa de iniciação numa nova fase de sua vida. O momento de criar os primeiros laços e relações com sua criança. Para a empresa, é uma ótima oportunidade de criar e manter uma boa relação e um bom ambiente para os colaboradores, fortalecendo o vínculo e até a satisfação de seu empregado. Esse benefício é uma oportunidade única de empresa e colaborador fortalecerem seu vínculo não apenas profissional, mas até mesmo pelo lado humano do cenário. A licença paternidade é um direito concebido por lei aos trabalhadores em regime CLT, sejam eles da iniciativa privada ou da iniciativa pública. A lei garante que o funcionário tenha o prazo básico de 5 dias corridos de licença remunerada integralmente e cobre pais casados ou divorciados, casais homo ou heteroafetivos, pais biológicos ou adotivos. Sua empresa realmente apoia seus colaboradores nos momentos que mais importam? A licença paternidade é um direito, mas o cuidado vai muito além do que está na lei. Com a Benê, você oferece benefícios flexíveis que acompanham a realidade de cada colaborador, permitindo que ele direcione seus recursos para o que faz sentido nesse novo momento de vida. Quer fortalecer o vínculo com seu time e criar uma experiência mais humana? Conheça a Benê.

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